[Resenha] O Símbolo Perdido, Dan Brown | Maçonaria

19 nov

o-simbolo-perdido-resenhaSinopse: Em O símbolo perdido, o célebre professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon – eminente maçom e filantropo – a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo.  Mal’akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar podereseditora-arqueiro
sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo. 
Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana: o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian.

Suspense  |  512 páginas  |  Avaliação 5/5

  Para começar, gostaria de dizer que este foi o primeiro livro de Dan Brown que li. Não prejudicou o cronograma, ou seja, não há o que se preocupar se você quer ler os livros das aventuras do professor Langdon fora da ordem de lançamento. Como eu já tinha assistido ao filme O Código da Vinci, antecessor de O Símbolo Perdido, optei em não lê-lo e pular este logo. Não aconselho ninguém a fazer o mesmo, até porque um filme omite ou até mesmo corta vários eventos que podem ser encontrados no livro. Porém, a escolha é do leitor.

  Para introduzir a resenha, aos que não sabem, Robert Langdon é um professor de Iconografia Religiosa e Simbologia na universidade Harvard, ou seja, ele estuda símbolos, imagens e códigos de todos os tipos.

Às vezes basta uma pequena mudança de perspectiva para vermos algo familiar a uma luz completamente diferente.

  Inesperadamente, Robert recebeu um telefonema da secretária de Peter Solomon, um velho amigo, que o convidou para viajar até Washington e palestrar sobre o que ele mais sabe. Aproveitou e pediu que levasse um pacote que o próprio Peter o confiou há um tempo. O professor nunca havia aberto, pois este era o desejo de seu amigo. “Quando chegar a hora“, dizia o amigo. Robert aceitou o convite e partiu para a capital do país. O problema foi que, ao chegar lá, ele descobriu que não havia palestra alguma, e que o suposto convite foi apenas uma jogada para atraí-lo até o Capitólio (Centro Legislativo dos Estados Unidos da America).

Vivermos no mundo sem tomarmos consciência do significado do mundo é como vaguear numa grande biblioteca sem tocar nos livros.

 o-simbolo-perdido Logo descobriu que seu amigo Peter Solomon fora sequestrado e então o professor recebeu a condição de que se não decifrasse certos enigmas para certo alguém até a meia noite daquele dia, nunca mais veria Peter vivo. Todos esses enigmas o levaria a encontrar o Símbolo Perdido, razão de todo alvoroço. Digo, literalmente.

  Um grupo de pessoas gritando fez como que um conglomerado no Capitólio, o que chamou a atenção de Robert. Viu que bem no centro da roda de pessoas havia uma mão cortada, toda tatuada marcada com símbolos da mão do mistério e um anel que pertencia a Peter Salomon, nos induzindo a pensar que a mão pertencia a seu amigo. Isso só deixou o professor mais preocupado com Peter, aceitando a proposta do certo alguém para desvendar os enigmas.

  A primeira peça do quebra cabeça estava naquela mão no chão. Os segredos e mistérios ali encontrados estavam relacionados à seita maçonaria. Tanto que os personagens que deram impulsionamento na história, Peter e Mal’akh, são maçons. Robert sabia que estava mexendo com mistérios antigos, que foram escondidos há tempos para a proteção do homem. Tudo de acordo com os pensamentos de líderes maçônicos.

O conhecimento é uma ferramenta, e como todas as ferramentas, o seu impacto está nas mãos de quem o usa.

  Nessa busca, o professor recebeu a ajuda de Katherine Solomon, cientista e irmã de Peter, já que a polícia não quis colaborar. Chegou em suas mãos uma pirâmide maçônica. Diz que quem conseguisse decifrar os mistérios dela, chegaria a sabedoria soberana, ao poder dos Mistérios, até mesmo à apoteose, que é um estado de divindade. Claro que essa determinação absurda de que existiam coisas tais só pairava na mente de Mal’akh, mas quando se está entre a vida e a morte, não há mais nada a se fazer além de entrar no jogo. É exatamente o motivo pelo qual Robert e Katherine não desistiram de explorar esses enigmas já enterrados há décadas.

As grandes mentes são sempre receadas pelas mentes mais pequenas.

  O Símbolo Perdido é cheio de imagens, o que configura ao leitor mais intiidade com a situação. Encontramos até uma planta de um subsolo! Particularmente, achei fantástico! O autor, Dan Brown, fez várias pesquisas cuidadosas e detalhistas, e é de imensa notoriedade isso, pois ele externa com rigorosidade tais particularidades em todos os seus livros.

“O símbolo perdido é denso, exótico, cheio de códigos e pistas, imagens impressionantes e a dinâmica incessante que torna impossível deixá-lo de lado. Esplêndido. Outra história arrebatadora de Robert Langdon.”
The New York Times

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Até a próxima!

  • Categorias: Resenhas, Terror e Suspense