Categoria: setembro, 2017

[Novidades] Lançamento: GARIMPO DE DOR, Francisco Martinhao

23 set

garimpo de dor

Nada poderá detê-lo na busca por uma vida, que para ele, há de ser digna.

Nem Deus, nem seus momentos de reflexões, onde via a mãe morrendo ao afirmar para que se tornasse um dia um homem de bom coração.

… mas há forças do além a conspirar contra a calmaria de seus dias, algo em seu subconsciente clama por justiça, ao lembrar-se dos atos e crimes do passado.

Até a próxima!

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  • [Resenha] TONY E SUSAN, Austin Wright – do Filme: Animais Noturnos

    13 set

    Tony e Susan – Austin Wright - Editora IntrínsecaSinopse: Há vinte e cinco anos, Susan Morrow deixou Edward Sheffield, seu primeiro marido. Certo dia, instalada confortavelmente na casa em que mora com os filhos e o segundo marido, ela recebe, pelo correio, um embrulho que contém o manuscrito do primeiro romance de Edward. Ele lhe pede que leia seu livro – Susan sempre foi sua melhor crítica, justifica. Ao iniciar a leitura, Susan é arrastada para dentro da vida do personagem Tony Hastings, um professor de matemática que leva a família de carro para a casa de veraneio no Maine. Quando a vida comum e civilizada dos Hastings é desviada de seu curso de forma violenta e desastrosa, Susan se vê às voltas com seu passado, obrigada a encarar a própria escuridão e a dar um nome para o medo que corrói seu futuro e que vai mudar sua vida.

    Drama   |   336 páginas   |   Avaliação 4/5

       Antes de começar, já adianto… o livro é cruel. Pode esquecer quem achou que o autor introduziria algum tipo de narrativa romântica entre sexo opostos. É um perigo para os leitores que se envolvem com facilidade. Como disse Robert Thomson (na capa): “Um thriller com a pegada de um pit bull”.

       Susan Morrow é uma mulher casada e mora com seus três filhos e seu segundo marido, um médico. Antes deste casamento, ela se relacionou com Edward Sheffield; este tinha o sonho de se tornar escritor, mas desistiu dele para trabalhar com corretagem de imóveis. Inusitadamente, recebe uma carta de Edward perguntando se ela queria ler o seu manuscrito: Animais Noturnos. Chocou-se, pois fazia vinte anos que não recebia notícias dele. O homem dizia que ela sempre lhe dava as melhores críticas, por isso fazia questão de que ela o lesse.

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       Arnold, seu segundo marido, estaria fora por três dias a trabalho. Com a ideia de não aparentar inconveniente, esperou que ele viajasse para iniciar sua leitura de Animais Noturnos.

       A história que se passa induz a submetermos inteiramente a ela, sendo exatamente assim o sentimento provocado em Susan. Criou uma relação de envolvimento tamanha em relação ao romance, suscitando vasto ceticismo sobre o rumo de sua vida. Várias lembranças jorraram de sua memória a medida em que virava as páginas. Descobrimos uma Susan do passado. A Susan que ainda era de Edward.

    “Casta e platônica, essa foi a situação enganosa que levou Edward a seduzir Susan, ou Susan a seduzir Edward, tanto faz, cujo resultado final foi o casamento que tornou necessário o divórcio. Ter o coração partido significa ter uma história, e a história de ambos os uniu.”

       Tony e Susan é dividido nas sessões de leitura feitas por Susan, e a vida real dela, quando não está lendo Animais Noturnos. Susan demonstra conexão com Tony, o personagem principal do livro de seu ex marido, chegando a sentir medo com ele. Incrível é o autor apresentar uma situação na qual mostra um leitor – Susan – e suas emoções. A mulher entra de cabeça mesmo na história, é quase como se tudo em Animais Noturnos fosse vivo, real.

       Em Animais Noturnos, o universo é tenebroso, levando um homem a beira da loucura. Mal sabia o quão grave seria o resultado do momento em que decidiu passar uns dias com sua família em uma casa de veraneio.

    “O dinheiro compensaria os sonhos perdidos.”

    Será mesmo?

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  • [RESENHA] Corte de Névoa e Fúria, Sarah J. Maas

    3 set

    corte de nevoa e furiaSinopse: Nessa continuação, a jovem humana que morreu nas garras de Amarantha, Feyre, assume seu lugar como Quebradora da Maldição e dona dos poderes de sete Grão-Feéricos. Seu coração, no entanto, permanece humano. Incapaz de esquecer o que sofreu para libertar o povo de Tamlin e o pacto firmado com Rhys, senhor da Corte Noturna. Mas, mesmo assim, ela se esforça para reconstruir o lar que criou na Corte Primaveril. Então por que é ao lado de Rhys galera-recordque se sente mais plena? Peça-chave num jogo que desconhece, Feyre deve aprender rapidamente do que é capaz. Pois um antigo mal, muito pior que Amarantha, se agita no horizonte e ameaça o mundo de humanos e feéricos.

    Aventura/Fantasia   |   658 páginas   |   Avaliação   5/5   |   +16 anos

       Não poderia deixar de dizer que quem me indicou o livro foi a Ingrid do Resenha Atual. Nossos gostos são bem parecidos, mas ela AMA fantasia e eu já tenho um pezinho atrás com o gênero, mas devo dizer que ela acertou, pois eu não poderia dizer menos do livro: ele é incrível! Claro que sempre tem aqueles pontos que  gente não gosta, mas não são aqueles que faz comprometer a obra. 

       Corte de Névoa e Fúria é o segundo volume de uma trilogia. O primeiro, Corte de Espinhos e Rosas, já tem um espaço aqui no blog. Só clicar no título para ler a resenha *.* Se está a procura de uma fantasia que o faça gostar, trocar a visão embaçada que tem do gênero, esse é o livro que, sem sombras de dúvidas, eu indico!

    corte de nevoa e furia

       As coisas já estão avançadas aqui. Muitas situações acontecem. Feyre deverá passar um tempo com Rhysand para cumprir seu acordo. Relutou muito para não ir, porém, mudanças em Tamlin a fez mudar de opinião sobre o Gão Senhor da Corte Noturna. Tamlin se mostrou possessivo e vingativo. Cuidar do coração de Feyre era a última coisa em que pensava. Queria proteger o físico da garota e dos demais habitantes de sua corte. Ela se sentiu tão pressionada e engaiolada, que jorrou aos quatro ventos em pensamento o quanto queria fugir do local. Acabou que Rhysand, através da conexão que tem com a moça (a tatuagem na mão), a ouviu e a levou para sua mansão. 

    “Era mais fácil não precisas explicar mesmo. Não precisar contar a ele que, embora eu o tivesse libertado, salvado seu povo e toda Prythian de Amarantha… tinha me destruído. E achava que nem mesmo a eternidade seria tempo suficiente para me consertar” (p. 16).

    “Havia tanto silêncio em mim, tanto… nada” (p. 140).

       O que Tamlin a escondeu, Rhysand expôs. Uma guerra estava travada e Feyre estaria disposta a ajudar no que fosse preciso para não destruírem a muralha que protege os humanos. Afinal, seu pai e suas irmãs ainda estavam lá. Seu povo habitava através daqueles muros.

       Feyre aprende a lidar com a nova ela, uma feérica, imortal e poderosa. Além disso, as lembranças do combate com Amarantha e do que a bruxa a fez passar inundava sua cabeça, embrulhava seu estômago e escapava por sua boca. Rhysand, misterioso e reservado do jeito dele, se aproxima dela. O laço entre eles vai mais além que a magia da marca na mão de Feyre. Rhysand não a tratava como uma boneca de porcelana. Ele a fazia ver sua força.

    “Ninguém era meu mestre, mas eu podia ser mestre de tudo se quisesse. Se ousasse” (p. 338).

    “Amor; amor era um bálsamo, tanto quanto um veneno” (p. 652).

       Vocês podem esperar bastante ação do livro. Vale destacar que a cesura é 16 anos, então, como disse a Ingrid ao me indicar “O pau vai comer solto” hahahah 

    Até a próxima!

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