Categoria: Ação e Aventura

[Resenha]: As Provações de Apolo – O Oráculo Oculto #1, Rick Riordan

16 maio

o oraculo ocultoSinopse: Como você pune um deus imortal? Transformando-o em humano, claro! Depois de despertar a fúria de Zeus por causa da guerra com Gaia, Apolo é expulso do Olimpo e vai parar na Terra, mais precisamente em uma caçamba de lixo em um beco sujo de Nova York. Fraco e desorientado, ele agora é Lester Papadopoulos, um adolescente mortal com cabelo encaracolado, espinhas e sem abdome tanquinho. Sem seus poderes, a divindade de quatro mil anos terá que descobrir como sobreviver no mundo moderno e o que fazer para cair novamente nas graças de Zeus. O problema é que isso não vai ser tão fácil. Apolo tem inimigos para todos os gostos: deuses_Intrínseca, monstros e até mortais. Com a ajuda de Meg McCaffrey, uma semideusa sem-teto e maltrapilha, e Percy Jackson, ele chega ao Acampamento Meio-Sangue em busca de ajuda, mas acaba se deparando com ainda mais problemas. 

Fantasia/Aventura   |   320 páginas   |   Avaliação 5 / 5

 

   Essa, sem sombra de dúvidas, foi minha melhor leitura do ano de 2017! (por enquanto hahaha). Espero me impressionar muito ainda com os próximos que estão na minha TBR.

   Bom, para começar, vou logo dizendo que acompanho a saga de Percy desde O Ladrão de Raios, e tenho lido todos os lançamentos que se sucederam dentro desse universo. As Provações de Apolo é a terceira série de livros que diz respeito aos nossos queridos heróis, tanto gregos quanto romanos. O mais legal é que não precisa acompanhar desde o início para compreender o contexto. Imagina ter que ler os 10 (!!!!) livros anteriores para poder ler As Provações de Apolo? Se bem que eu acho que vocês iriam curtir. Sei que a quantidade assusta, mas os livros são tão empolgantes que valem a pena! Além disso, é muito legal a questão das referências entre um livro e outro. Vamos falar sobre Apolo agora porque é isso que interessa hahah Vocês irão entender o porquê dele ter sido uma das melhores leituras. O que merece destaque nesse livro é essa narrativa fluída que o tio Rick, mais uma vez, criou e não decepcionou! O humor, que não vai te deixar na mão, e também a transformação do deus. Tiro o chapéu. Foi incrível!

   Quem acompanha a saga de Percy desde o início conhece a fama do deus Apolo. É um dos mais lindos, mas também o mais irritante, mesquinho, narcisista, fresco , orgulhoso, entre outras características semelhantes. Chega até a parecer inocente diante de tanta cegueira acerca de si mesmo; de que é maravilhoso e todos o devam adorá-lo. Enfim, em O Sangue do Olimpo (o que antecede O Oráculo Oculto, da série Os Heróis do Olimpo), aconteceu uma guerra entre os heróis grego e romanos contra Gaia e seus titãs. Apolo levou culpa por ter ajudado Gaia em seu renascimento, então Zeus, como castigo, transformou o deus na coisa que ele mais abominava, na figura mais imperfeita de todas: o de ser humano. Com isso, Apolo terá que passar por várias provações a fim de demonstrar a Zeus que é digno de ser um deus, para então seu pai conceder-lhe a forma divina novamente. 

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   ” Mas de uma coisa eu tinha certeza: minha punição fora injusta. Zeus precisava botar a culpa em alguém, e claro que escolheria o deus mais bonito, talentoso e popular do Panteão: eu ” (p. 10).

   Com isso, é assim que as coisas começam a ficar engraçadas. Como eu disse, Apolo é um bocado narcisista, o que o fará entrar em contradição com suas condições humanas. Suas reclamações não são chatas (um pouquinho), são hilárias! De tanto que é fresco, ele solta cada pérola que não tem outro jeito a não ser rir dele. O livro ainda quebra a 3º parede (o que faz o narrador se comunica com o leitor). Tinha hora que eu parava e pensava “Menos, Apolo. Beeeem menos” hahaha

” Por algum motivo, os biscoitos eram azuis, e o cheiro era divino. Posso dizer isso porque eu sou divino ” (p. 45).

   As citações também com celebridades, filmes ou livros famosos vai te deixar com saudades do Apolo recém transformado em humano porque, inegavelmente, toda livro pede um crescimento, tanto da narrativa quando dos personagens, e isso vai acontecer com Apolo. A transformação dele, lá do início da obra, para quando o deus está sendo provado em sua primeira missão (indo para a conclusão do livro) é incrível! Seu amadurecimento acontece tão naturalmente… Você consegue perceber que não tem um tipo de quebra na narrativa, tudo é bem espontâneo, fluído. Impossível o leitor acompanhar esse desenvolvimento e não ficar de boca aberta. Lester Papadopoulos, nome humano de Apolo, se tornará um garoto incrivelmente astuto e, apesar de todas as pulgas atrás da orelha que eu tinha, ele se mostrará preocupado com o bem do próximo e não medirá esforços para salvar a vida de quem ele ama.

   “ – As coisas nem sempre precisam terminar da mesma maneira, Apolo. Essa é a parte doa de ser humano. Nós só temos uma vida, mas podemos escolher que tipo de história queremos ter” (p. 291).

   Espero que eu tenha conseguido transmitir um pouco do tantão que gostei do livro. É uma fantasia com toques de humor e drama recheado com personagens que adoramos. Se você gosta tanto de Percy como eu e se apaixonou também pela legião de heróis gregos e romanos, essa nova saga de Rick Riordan vai te fazer matar a saudade. Ainda teremos mais quatro lançamentos confirmados pela frente. Neste aqui, por mais que o foco tenha sido em Apolo e as aparições dos outros personagens tenham sido curtas, existem várias deixas que indicarão que haverá interações MUITO em breve com todo esse pessoal que a gente não consegue desapegar <3

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Até a próxima!

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  • Em Algum Lugar nas Estrelas, Clare Vanderpool – Vale a Pena?

    25 abr

    em algum lugar nas estrelasSinopse: É um romance intenso sobre a difícil arte de crescer em um mundo que nem sempre parece satisfeito com a nossa presença. Pelo menos é desse jeito que as coisas têm acontecido para Jack Baker. A Segunda Guerra Mundial estava no fim, mas ele não tinha motivos para comemorar. Sua mãe morreu e seu pai… bem, seu pai nunca demonstrou se preocupar muito com o filho. Jack é então levado para um internato no Maine (o mesmo estado onde vivem Stephen King e boa parte de seus personagens). O colégio militar, o oceano que ele nunca tinha visto, a indiferença dos outros alunos: tudo aquilo faz Jack se sentir pequeno. Até ele conhecer o enigmático Early Auden. Early, um nome que poderia ser traduzido como precoce, é uma descrição muito adequada para um prodígio como ele, que decifra casas decimais do número Pi como se lesse uma odisseia. Mas, por trás de suadarkside logo genialidade, há uma enorme dificuldade de se relacionar com o mundo e de lidar com seus sentimentos e com as pessoas ao seu redor.

    Fantasia/Aventura   |   288 páginas   |   Avaliação 3 / 5

       Jack é um menino assombrado pela dor da perda de sua mãe. A mulher era seu universo, e vê-la partir causou vários danos em seu coração. Seu pai, quem não tinha muito contato, acabou levando-o para um orfanato e lá foi onde conheceu Early Aden, um garotinho doce e sensível ao mundo ao seu redor. 

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    ” – Somos parte da mesma constelação, seu pai e eu – ela dissera naquele dia – Só que ela não está em nenhum livro. […] Ouvir minha mãe era como ler poesia. Eu tinha que alargar a mente para entender o que ela queria dizer. E mesmo quando entendia, de vez em quando eu tentava resistir, não absorver o significado” (p. 48).

       Early, apesar de não citar em parte alguma durante a narrativa, é autista. Explica a autora, nas considerações finais do livro, que o termo não era comum na época. Isso faz com que o garoto apresente certos “dons”. Ele é mais abrigado em sua própria mente, e enxerga coisas que quase ninguém vê ou se importa o bastante para compreender, como, por exemplo, a morte de seu irmão, Fisher. Ele tem provas contra a veracidade do fato, então resolve sair em uma busca de Fisher. De algum modo, Early associa a vida de seu irmão com os números de Pi. Acreditava que cada número contava um momento da história de Fisher.

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    “Era assim que as coisas funcionavam com Early. Ele podia ter a mesma informação que todo mundo tinha, mas, para ele, o significado era diferente. Ele via o que ninguém mais percebia” (p. 248).

       Com a aproximação a Early, Jack não pôde deixar seu amigo ir a uma procura suicida, e foi junto. Com o tempo, foi percebendo que havia muito mais do que os olhos podiam ver. Nessa viagem eles se deparam com piratas, ursos e pessoas incomuns.

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    “Não tinha certeza de que Early sabia para onde íamos, mas eu estava ali e iria com ele até o fim” (p. 112).

       Sendo bem sincera, o que me atraiu foi a capa. Se você não comprou um livro pela capa não sabe o que é agir por impulso hahahah Se a cover é assim tão maravilhosa (a capa mais linda da minha estante <3), imagine a história por dentro dela! *.* Pois é, pensei desse modo. Quem nunca? Mas isso não aconteceu por aqui. Me apaixonei pelos garotinhos, pela relação entre mãe e filho de Jack e pela escrita. E só. O ambiente promete muito. A época em que se passa a narrativa (Segunda Guerra Mundial) dá aquele gostinho de quero mais, o mesmo quando li A Menina Que Roubava Livros, porém o cenário temporal vai se estender somente como algo secundário e totalmente descartável. A história poderia ter acontecido em outra época e mesmo assim daria para contá-la sem problema algum, só fazer uns reparinhos aqui e lá. 

       Quero destacar a escrita novamente porque ela é simplesmente magnífica! Em determinados momentos, a autora descrevia situações que nem eram pra tanto, mas o modo como a Clare posicionou os ocorridos é o que fez toda diferença!

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    “Minha mãe era como a areia. Do tipo que o esquenta na praia quando você sai da água tremendo de frio. […] Ela também era como a areia que os arqueólogos escavam. Camadas e camadas de areia mantiveram os ossos dos dinossauros juntos por milhões de anos. E por mais que a areia fosse quente, árida e simples, os cientistas agradeciam por ela, porque sem a areia para manter os ossos no lugar, tudo teria se espalhado. Tudo teria desmoronado” (p. 26).

    “Minha mãe tinha razão. Nossas vidas são todas entrelaçadas. É só uma questão de ligar os pontos. Continuo esperando que ela apareça em algum lugar dessa história” (p. 275).

    Até a próxima!

     

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  • [Resenha] The Kiss of Deception – Vol 1, Mary E. Pearson

    6 mar

    the kiss of deception resenhaSinopse: Plante ilusões e você colherá do mundo grandes decepções. A força feminina é a grande estrela neste romance de Mary E. Pearson. Tudo parecia perfeito, um verdadeiro conto de fadas, menos para a protagonista dessa história. Morrighan é um reino imerso em tradições, histórias e deveres, e a Primeira Filha da Casa Real, uma garota de 17 anos chamada Lia, decidiu fugir de um casamento arranjado que supostamente selaria a paz entre dois reinos através de uma aliança política. O jovem príncipe escolhido se vê então obrigado a atravessar o continente para encontrá-la a qualquer custo. Mas essa se torna também a missão de um temido assassino. Quem a encontrará primeiro? O primeiro
     volume das Crônicas de Amor e Ódio evoca culturas do nosso mundo e as transpõe para a história de forma darkside logomagnífica. É um livro sobre a importância da autodescoberta, do amor e como ele pode nos enganar, e de uma protagonista em busca de sua liberdade e felicidade a qualquer custo.

    Distopia/Romance   |   418 páginas   |   Avaliação 4/5

    Estou numa fase de ignorar esses livros de fantasia/aventura, de tanto que li e comecei a me aventurar em romances de época (coisa que eu nunca poderia imaginas, mas acabei conhecendo os Bridgertons e sabe como é, né… Aconteceu 🙂 ), mas, meu amigo, quanto bafafá que rolou acerca de The Kiss Of Deception, hein? E além do mais, tem essa capa dura maravilhosa com um mapa por dentro. AIII, Darkside, assim você me mata *.* (e me falir também hahaha).

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     A história é narrada em primeira pessoa através de Lia, a princesa do reino mais poderoso daquelas terras. A aventura começa quando ela se dá conta de que vai se casar para fortalecer alianças entre os povos. Por mais que isso acarrete sua morte, Lia seguiu em frente com seu plano e fugiu dali com a ajuda e companhia de sua amiga, Pauline.

    “Durante minha vida toda sonhei com alguém me amando pelo que eu era. Por quem eu era. Não por ser a filha de um rei. Não por ser a Primeira Filha. Apenas por mim. E, com certeza, não porque um pedaço de papel ordenava isso” (p. 160).

     A partir do mapa encontrado no livro, o leitor pode se orientar pelas passagens. As duas não foram muito longe daquelas fronteiras e acabaram em uma estalagem. Ali conseguiram um emprego. Lia esperava passar sua vida tranquila, porém, cá entre nós, a filha do rei realmente espera não ser encontrada? Claro que imaginou tropas a sua procura, mas mesmo assim achou que poderia escapar deles. É claro que o que ela pensou estava errado. Seria muito fácil. Ainda mais que as duas não estavam assim tão longe de sua terra natal. É aqui que conhecemos o Príncipe e o Assassino.

    “Talvez houvesse centenas de formas diferentes de se apaixonar” (p. 201). 

     Eles dois têm o mesmo objetivo: encontrar a princesa, o que difere é o que cada um vai aprontar com ela depois que a encontrasse. Os capítulos não possuem o nome de cada um, de modo que fica confuso determinar de incício quem é quem, mas não se preocupe que com o tempo vai tudo se encaixando. Basta prestar um pouquinho de atenção 😉

    “Pode-se levar anos para se moldar um sonho, mas é preciso apenas uma fração de segundo para despedaçá-lo” (p. 244).

     Meus mais sinceros PARABÉNS para a Mary. Nossa, mulher, que escrita deliciosa! Em pouco tempo já tinha devorado o livro (eu achava né? hahaha Claro que demorei um pouquinho, mas quando o trem tá bom a gente que não vê o tempo passar). Fiquei muito feliz com a minha aquisição e já decidi que quero acompanhar Lia até o final!

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       Os pontos que mais me incomodou foi ter me encantado com aquele mapa MARAVILHOSO e a autora não ter explorado quase nada 🙁 Como eu queria ter viajado e conhecido mais sobre os lugares ali mencionados. MAAAAS não estou tão frustrada porque esse ainda é só o primeiro da saga. Quem sabe o que mais vem por aí, né? #Ansiooooosa

       E outra coisinha: um pouco de encheção de linguiça. Gente, sério, a Lia passou um tempãããão encravada lá na estalagem. Tinha algumas situações que eu nem sabia o porquê de estar lendo. Simplesmente poderiam ter sido excluídas que não fariam diferença nenhuma. Mas tá ok. O que salvou foi a escrita gostosa dela (olha eu falando mais uma vez ahhaha) e nenhum pouco cansativa.

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       Eu não poderia finalizar sem falar sobre os crush, né? Lá vai: Team Kaden e Team Rafe. Olha, acho que é a primeira vez que não fico tão divida. Nenhum dos dois me conquistou. Deu pra conhecê-los legal durante a leitura, só que não rolou aquela preferência. Pra mim os dois tiveram sua qualidades e defeitos.

    “Eu estava fazendo exatamente o que ele faria se estivesse no meu lugar: tentando sobreviver” (p. 321). 

     Ahhhh, eu amei também o fato do livro conter citações de um livro fictício que existe dentro daquele mundo. Amo, amo amo!

    Até a próxima!!!!

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  • [Resenha] Quantum Break: Estado Zero, Cam Rogers

    10 jan

    quantum-break-livroSinopse: Jack Joyce passou seis anos tentando escapar. Escapar da vida, escapar do tempo, escapar da loucura de seu irmão, Will. Mas quando ele finalmente volta para casa, descobre que seu irmão não era louco como ele imaginava. Will havia criado uma máquina do tempo, com o potencial de salvar a humanidade. Guerras? Agora poderiam ser previstas. Desastres naturais? Poderiam ser evitados. Só há um pequeno problema… sua máquina do tempo também vai causar o final do tempo, tal como o conhecemos. Agora Jack temoutro-planeta-selo apenas uma chance de voltar no tempo, de consertar o que está errado e de salvar o mundo. ‘Quantum Break: estado zero” é o romance oficial do game de mesmo nome, dos mesmos criadores de Max Payne e Alan Wake, conhecidos por transformar suas produções em verdadeiros filmes de ação, com atores conhecidos e efeitos especiais de última geração.

    Ação/Ficção Científica  |  384 páginas  |  Avaliação 3/5

      Seis anos haviam se passado. Seis. E agora Jack Joyce voltou para sua cidade natal a fim de encontrar Paul Serene, um velho amigo, e escutar o que ele tem a lhe dizer. Paul enviara um e-mail a Jack alegando que Willam Joyce, irmão de Jack e um grande físico, parecia estar enlouquecendo. Aproveitou e disse que precisava mostrar algo que mudaria sua vida. 

      Os pais dos garotos faleceram quando eram ainda bem jovens, caindo sobre Will toda responsabilidade sobre o irmão mais novo. O fato desencadeou algumas discórdias entre os dois e uma delas envolvia o motivo pelo qual Jack se mantivera afastado por tanto tempo: o projeto que seu irmão estava ajudando a desenvolver.

    […] eu queria o máximo de tempo possível para construir algo que nos ajudaria a desafiar o fim do mundo, o fim do tempo, sobreviver a ele (P. 91).

    quantum-break  Projeto Passarela era uma máquina investido por Paul Serene através da Monarch Solutions, um centro de pesquisa, com a característica de poder viajar no tempo. A intenção do projeto era prever e evitar todo tipo de destruição que a humanidade possivelmente enfrentaria. Antes de Will, outro físico trabalhava no projeto, mas este morrera de maneira misteriosa. Sem saber o porquê, o Will se voltou contra a pesquisa pela qual trabalhou a vida inteira e Paul então o via como uma ameaça que precisava ser eliminada o mais rápido possível. Jack ficou dividido entre seu melhor amigo e seu irmão, passado e presente, vingança e amor.

       A Monarch não existe para mudar o futuro… existe para nos ajudar a sobreviver a ele (P. 154).

      Em Quantum Break a focalização da narrativa é externa, ou seja, em terceira pessoa. A linha dos eventos traçam uma trajetória recheada de ação, tanto que praticamente tudo transcorre durante um dia inteiro, começando pelas 4 da manhã! Os poucos momentos em que conseguimos respirar são para nos aprofundarmos melhor no enredo. Conhecemos melhor Paul Serene e Sofia Amaral, seu par romântico e também brasileira; também Zed, September e Beth. 

      Confesso que achei que odiaria o livro quando comecei a ler. Pensei comigo mesma que a leitura poderia ser muito complicada e cansativa, ainda mais tratando de ficção científica (Ainda mais ainda de um game!). Mas quando não, a história me envolveu tanto que assisti a games play e resenhas do jogo e senti vontade de jogar! Não tenho o jogo e não posso fazer comparações, mas é certo de que o livro trouxe muitas informações valiosas que não contém no game. Vale a pena ficar por dentro!

      Cam sugeriu  incluir algumas informações e conceitos que estavam presentes nos primeiros rascunhos da história (Sam Lake, Prefácio).

      Por fim, assistam ao trailer do jogo aqui embaixo. Dá vontade de saber mais sobre o mundo de Quantum Break? Sim ou com certeza?

    https://www.youtube.com/watch?v=7LaXgkWgRHM

    Beijos e até a próxima <3

  • Categorias: Ação e Aventura, Resenhas
  • Fim Ou Um Novo Começo?! O Sangue do Olimpo, de Rick Riordan

    21 set

    o-sangue-do-olimpo  Ai, cara, o que eu posso dizer? Meus olhos chegam a brilhar *.* Não lembro que época comecei a ler PJ, mas foi há muito tempo. Acompanhei os lançamentos de Os Heróis do Olimpo roendo as unhas. Pena que, justo no último livro, eu demorei mais de um ano para ler :/ Os spoilers não me ajudaram também. E calme, aqui não tem spoilers!

     

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    Young Adult/Aventura | 432 páginas | Avaliação 3 / 5

    Fim (Ou Um Novo Começo?!)

      Como já tem um tempinho que não pego nos livros da saga anteriores a este, me lembro não exatamente do ritmo deles, mas lembro da história. Aqui os capítulos passam voando. Fiquei doida com tanta tensão (senti isso em O Último Olimpiano da saga Percy Jackson e os Olimpianos. Devorei em 2 dias)!!! É um confronto, um combate atrás de outro. Sério, não dava pra respirar kkkkkkkkkk

    Uma parte minha queria fechar os olhos e parar de lutar (p.161).

      os-herois-do-olimpoParticularmente, curti MUITO esse desfecho. Bem mais que os três anteriores. Esse e o primeiro (O Herói Perdido) são meus preferidos, com certeza! Pena que é o última saga com o Percy :'( Mas tudo que é bom acaba, não é mesmo? Eu como fã me senti feliz, embora seja um final, end, game over! Mas vou explicar o por quê.

      Primeiro, o foco no Percy já se perdeu desde o fim da primeira saga, Os Heróis do Olimpo. Ok que os títulos do primeiro livro (O Herói Perdido) e do segunda (O Filho de Netuno) dessa saga remetem ao garoto, mas ele não foi o centro. Os romanos também pegaram grande parte da cena, apesar de não terem sido o foco também. Digamos que o foco estava parcialmente divididos entre todos eles. Percy, Jason, Annabeth, Pipper, Leo (<3), Hazel, Frank, Nico, Reyna e o Treinador. E não fico triste por não termos grande destaque do Acampamento Romano (por mim, a história só se passava em torno dos gregos kkkkkkkkk Ai, gente, desculpa, mas sla. Não que eu queira excluir os romanos completamente).

    Sem a agonia dos últimos meses(…) Nunca teria descoberto a própria coragem (p.329-330).

    Começo <3

      Segundo, fico feliz pelo término de mais uma saga. É gostoso quando temos um final. Fica tão ruim quando as pessoas tentam prolongar uma história que tem mais nada pra mostrar, e é só para “dar ibope” (aloka das gírias). E eu amei, amei mesmo! Só que agora quero saber qual é a da saga AS PROVAÇÕES DE APOLO. Caraaaaa, o cenário e tempo da narrativa se passa após a guerra contra Gaia. Reencontramos Percy e sua turminha (kkkkkk mas não é que encaixou?). Ah, e devo dizer que a guerra contra Gaia… (é, as cenas mesmo da guerra) bom, elas foram meio sem sal (muito drama pra pouca coisa). Maaaaas, o resto compensa. 

    Por centenas de anos os deuses tentaram nos separar, para evitar que entrássemos em guerra. Mas existe uma forma melhor de se manter a paz: pela cooperação (p. 397).

    Quotes

      Já falei coisa demais dele, se ficar enrolando vai ser cansativo pra vocês e posso acabar dando spoiler kkkkk Então, resolvi dividir alguns quotes com você nessa seção. Espero que gostem 🙂 Ah, e leiam O Sangue do Olimpo!!

    A Casa de Hades iria fazê-los reviver suas piores lembranças, os varia ver e ouvir coisas do passado. Seus fantasmas ficariam inquietos (p.13).
    As pessoas mentem. Promessas são quebradas (p.30).
    Nico faria qualquer coisa por ele. E se odiava por isso (p.131).
    Conseguir uma segunda chance é uma coisa; o difícil é fazê-la valer a pena (p.401).

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  • [Resenha|Didático] Quabribol Através dos Séculos, Aprenda a Jogar! Kennilworthy Whisp

    2 jul

    quadribol através dos séculos resenhaJ. K. Rowling, atendendo aos apelos dos leitores da série Harry Potter, escreveu, sob o pseudônimo de Kennilworthy Whisp, o livro Quadribol através dos séculos, um histórico completo sobre o jogo quadribol, desde a origem até o presente século, as modificaçõeseditora rocco ocorridas no esporte, descrição do times e sua difusão pelo mundo. Quem leu as aventuras do aprendiz de feiticeiro mais famoso do mundo já deve estar familiarizado com o quadribol – esporte típico dos bruxos e tão popular para eles quanto o futebol para os não-bruxos.

    Fantasia/Didático | 64 páginas | Avaliação 3/5

    
    *Lumos*

       Só para começarmos, rotulei o livro como didático pois é um texto expositivo sobre o quadribol, por isso não pensem em praticar esse esporte por aí, a não ser que seja um bruxo (Nota: Não sei porquê escrevi isso, já que o post está protegido contra trouxas).

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       Quadribol Através dos Séculos é um exemplar cedido (com MUITO custo) pela biblioteca de Hogwarts para a Comic Relief. Em suas páginas encontramos a história da evolução do Quadribol, desde antes do esporte ser considerado como um.13555758_1111429998917558_1247730195_o

       Além disso, são introduzidos alguns times famosos, desenvolvimento de vassouras, melhoramento das regras do jogo, o processo do acréscimo de bolas, etc. 

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       Na figura B, pode ser observado um Pomorim Dourado. Esse pássaro era utilizado, anteriormente, no lugar do pomo de ouro. Assim, como o Quadribol se tornou um jogo muito popular (e também agressivo), a espécie acabou entrando em extinção e seu uso fora proibido, mas o esporte não podia parar! Por conseguinte, um bruxo criou enfim uma bola e a batizou de pomo de ouro. Esta imitava o mesmo voo e dinâmica do Pomorim.

    Quem é fã da saga não pode perder esse livro! Ele nos traz de volta aquela sensação de estarmos perto daquele mundo. Como a rainha J.K. disse:

    As histórias que mais amamos vivem em nós para sempre, então se você retornar pelas páginas ou pela tela, Hogwarts sempre estará lá para lhe dar as boas vindas.

    Obviamente, toda explicação acima foi formulada para permanecer na atmosfera mágica do mundo de Harry Potter. É claro que nada encontrado no livro é verdadeiro. (Nota: se for um bruxo, ignore esta parte), (Nota 2: Não sei porque escrevi isso de novo).

     O livro é bem fininho, pode ser lido em até uma hora. Tenho certeza que a madame Pince ficaria satisfeita ao saber que o livro estará sendo bem aproveitado. (Nota: Acho que sei porque escrevi aquilo tudo), (Nota 2: Não confio na internet, algum trouxa pode acabar lendo esse post), (Nota 3: Não faz sentido protegê-lo), (Nota 4: Esse exemplar estará sendo disponibilizado para trouxas, senão, de que outro modo eu estaria escrevendo essa resenha?).

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    *Nox*
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