Categoria: Ação e Aventura

[Resenha] A Rebelde do Deserto + Novidades Sobre o Segundo Volume: O TRAIDOR AO TRONO

24 jun

A Rebelde do DesertoO deserto de Miraji é governado por mortais, mas criaturas míticas rondam as áreas mais selvagens e remotas, e há boatos de que, em algum lugar, os djinnis ainda praticam magia. De toda maneira, para os humanos o deserto é um lugar impiedoso, principalmente se você é pobre, órfão ou mulher. Amani Al’Hiza é as três coisas. Apesar de ser uma atiradora talentosa, dona de uma mira perfeita, ela não consegue escapar da Vila da Poeira, uma cidadezinha isolada que lhe oferece como futuro um casamento forçado e a vida submissa que virá depois dele. Para Amani, ir embora dali é mais do que um desejo — é uma necessidade. Mas ela nunca imaginou que fugiria galopando num cavalo mágico com o exército do sultão na sua cola, nem que um forasteiro misterioso seria responsável por lhe revelar o deserto que ela achava que conhecia e uma força que ela nem imaginava possuir.

Fantasia | 288 páginas |Avaliação 3,5/5

   Amani não suportava mais viver na tão pequena Vila da Poeira. Vivia pensando em fugir para a tão sonhadora Izman, a capital. Lá encontraria sua tia e acreditava que teria uma vida melhor. Por ser mulher, tudo piorava. Era desacreditada; não tinha voz, opinião; sentimentos. 

Aquilo doeu. Depois de quase dois meses de confiança, bastava ser uma garota para mudar tudo (p.161).

   a rebelde do deserto resenhaEla foi contra tudo e todos provando o contrário. Cavalgou até um campeonato de tiro disfarçada de menino com a intenção de vencer para assim ganhar mais dinheiro para partir da cidade. Ninguém poderia sonhar que era uma garota, porque provavelmente seria morta. Durante o torneio, escutou seu tio em uma conversa externar o desejo que tinha de casá-la. Isso a pegou de surpresa, despertando na menina ainda mais determinação de abandonar o local. Mas, para isso, precisaria ser rápida, pois se a pegam, provavelmente teria o mesmo destino que a mãe.

   O que menos esperava era ter cruzado seu destino com um forasteiro. Ele era inteligente, sexy, bom lutador, e não parava por aí. Os dois, à princípio, necessitavam um da ajuda do outro para uma fuga, e tudo começa com apenas essa troca de ajuda. Mais tarde, Amani e Jin se veem tão fascinados um pelo outro que não apenas se atraem como um casal, mas também como parceiros de combates. 

Eu era uma garota do deserto. Achei que soubesse o que era calor. Estava enganada (p. 104).

A garota não precisava de um parceiro. Amani sabia o que queria, era bem determinada, cabeça firme e muito independente. E ter Jin por perto só a fez descobrir que poderia ser e alcançar muito mais. 

[…] Mais viva do que qualquer coisa deveria ser neste lugar. Toda feita de fogo e pólvora, com um dedo sempre no gatilho (p. 225).

   Não se trata de um livro de predominância romântica, embora eu tenha abordado mais esse ponto na resenha. A Rebelde do Deserto irá trazer questões como luta por ideais, proteção de povos, descobrimento pessoal e aceitação de diferenças. Além disso, muitas intrigas e combates políticos esperam por você, leitor!

   Apesar de estar um pouco cansada de livros de fantasia, esse mexeu comigo. Não soube ao certo o porquê, mas aposto que se você estiver procurando algo novo para ler, super-recomendo A Rebelde do Deserto!

SEGUNDO VOLUME DA SÉRIE

   Foi anunciado na quinta-feira no snapchat da Editora Seguinte o nome do segundo volume da série A Rebelde do Deserto: The Traitor to The Throne. Tradução livre: O Traidor ao Trono. Tudo indica que eles já estão trabalhando para trazer esse livro para nós leitores, mas ainda sem previsão de lançamento. Segue abaixo a sinopse, traduzida livremente (fonte aqui):

Poucos meses atrás, a pistoleira Amani Al’Hiza fugiu de sua cidade natal na parte traseira de um cavalo mítico com o misterioso forasteiro Jin, buscando apenas a sua própria liberdade. Agora ela está lutando para libertar toda a nação que vive no deserto Miraji de um sultão sanguinário que matou seu próprio pai para capturar o trono.
Quando Amani encontra-se no epicentro do regime – no palácio do Sultão – ela está determinada derrubar o tirano do poder. Espionando sua corte, ela se desesperada para descobrir os segredos do mesmo. A garota tenta esquecer que Jin desapareceu a medida que ela se aproxima do Sultão, e também que é uma prisioneira do inimigo. Mas quanto mais tempo ela permanece, mais ela questiona se ele – o Sultão – é o vilão que ela tem acreditado que ele é, e quem realmente é o real traidor.
Esqueça tudo o que você achava que sabia sobre Miraji, sobre a rebelião, cerca de djinni e Jin e o bandido de olhos azuis. Em The Traitor to The Throne, a única certeza é que tudo vai mudar.

Por hoje é só! Não esqueçam e se inscrevam em nosso canal e nos acompanhe nas redes sociais:

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  • [Resenha] Animais Fantásticos e Onde Habitam, Newt Scamander

    12 abr

    animais fantasticos e onde habitamA acromântula é uma aranha monstruosa de oito olhos e dotada de fala humana, foi desenvolvida pelos bruxos para guardar suas casas ou tesouros. O basilisco, também chamado de rei das cobras, é verde-vivo e pode alcançar até quinze metros de comprimento. Sua criação foi declarada ilegal, desde a época medieval. O dragão é o editora roccoanimal mais mágico do mundo; seu couro, sangue, coração, fígado e chifre têm grandes propriedades ilusionistas.

    Didático  |  64 páginas  |  Avaliação 4/5

     

       Esse livro não é exatamente uma prosa, onde há acontecimentos em ordem cronológica. Ele é existe dentro do universo de Harry Potter, e os próprios alunos de Hogwarts têm um exemplar. Este pertence a Harry Potter. Vale lembrar que o bruxinho ainda é um pré adolescente no momento em que esse livro apareceu na história; as anotações são dos primeiros anos na escola. 

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      Aqui, temos um pouco sobre quem era o autor, o prefácio escrito por Albus Dumbledore, uma pequena introdução, a descrição de um animal e um pouco sobre o quê os trouxas sabem dos animais fantásticos. Isso decorre em umas vinte páginas, e por restante encontramos todas as setenta e cinco espécies de animais fantásticos registradas no mundo bruxo. Além, também, de muitas muuuuuitas referências. Está tranquilo de associar para quem já leu a saga. haha

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    J.K. Rowling escreveu Animais Fantásticos com intuito de ajudar populações mais pobres. Todo dinheiro arrecadado é enviado para a Comic Relief

    Nesta imagem à esquerda tem mais uma referência. Apesar do livro ser de Harry, não foi ele quem escreveu. Dá para imaginar quem foi? 

    Espero que tenham gostado! Deixe um comentário. Adoraremos 🙂 Beijos e até a próxima!

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  • [Resenha] Cidade Dos Etéreos, Ransom Riggs

    21 mar

    cidade dos etéreosSinopse: Neste segundo livro, o grupo de peculiares precisa deter um exército de monstros terríveis, e a srta. Peregrine, única pessoa que pode ajudá-los, está presa no corpo de uma ave. Jacob e seus novos amigos partem rumo a Londres, cidade onde os peculiares se concentram. Eles têm a esperança de, lá, encontrar uma cura para a amada srta. Peregrine, mas, na cidade devastada pela guerra, surpresas ameaçadoras estão à espreita em cada esquina. E, além de levar as crianças a um lugar seguro, Jacob terá que tomar uma decisão importante quanto a seu amor por Emma, uma das peculiares. 
      Telecinesia e viagens no tempo, ciganos e atrações de circo, malignos seres invisíveis e um desfile de animais inusitados, além de uma inédita coleção de fotografias de época – tudo isso se combina para fazer de Cidade dos etéreos uma história de fantasia comovente, uma experiência de leitura única e impactante    

    Distopia  |  384 páginas  |  Avaliação 3/5

     

      12596601_860209807423576_2065962723_o Esse é o segundo livro da série O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares. O primeiro está sendo adaptado por Tim Burton, divo das anormalidades, senhor das coisas estranhas, rei da melancolia, amante do terror e das olheiras fundas. E não era pra menos. Burton é genial! Todos os seus trabalhos têm um toque especial que, logo de cara, já nota-se que é sua criação. Sem mais, vamos para a resenha!

       Como todos já sabem, ou não, Jacob e seus amigos peculiares estão em retirada. O orfanato foi destruído, e com eles estão alguns objetos simbólicos; o que restou para se lembrar do seu lar. Além disso, eles também contam com a presença da srta. Peregrine presa em forma de uma ave. A ymbryne poderia, no máximo, permanecer por três dias nessa forma, pois corria grande risco da natureza animal neutralizar seu interior humano. Com isso, eles partem à procura de uma salvação para a srta. Peregrine.

    Durante a jornada, eles encontram muitos acólitos e etéreos, os quais tentam enclausurá-los. Jacob, nosso narrador, é um peculiar diferente do grupo; matou um etéreo. Não só por isso, mas ele deixou sua família, sua vida pra trás a fim de ajudar os peculiares do orfanato.

    cidade dos etéreos“Eu estava ali por um motivo. Havia algo que eu precisava fazer, não apenas ser; e não era fugir ou me esconder, muito menos desistir no instante em que as coisas começassem aparecer aterrorizantes ou impossíveis”. (p. 95)

    “Naquele momento, fiquei profundamente grato aos ciganos e à cumplicidade da parte animal de meu cérebro, que achava uma refeição quente, uma canção e o sorriso de uma pessoa amada suficientes para me distrair de toda escuridão, mesmo que por pouco tempo”. (p.125)

    Emma, por quem nutre um forte sentimento, o questiona várias vezes sobre insistir em ajudá-los. A garota enxergava o que Jacob abandonou, e, de fato, era tudo o que os outros peculiares sonhariam em ter.

    “(…) eu optara por mergulhar em um mundo que jamais imaginara, onde vivia entre as pessoas mais vivas que eu já tinha conhecido, onde fazia coisas que nunca tinha imaginado ser capaz de fazer e sobrevivia a coisas às quais nunca tinha sonhado sobreviver”. (p.130)

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    12499235_860209814090242_795929793_o   As partes mais importantes do livro são o início e o fim. Muitas passagens no meio foram prolongadas. Embora, as vezes, no livro haja algo de grande proporção, enquanto poderia ser menor, não o compromete. Muitos que leram também puderam perceber isso através das fotos que foram encaixadas nas cenas. São as cenas que se adequam às fotos, e não o escritor que as conduz. Foi assim que aconteceu com primeiro livro da série, como explica Ransom Riggs.

       Logo nas últimas páginas, temos uma listagem dos donos de algumas delas, além de uma entrevista exclusiva com o autor onde o mesmo explica que as fotos foram encaixadas nas cenas, e não ao contrário. Diz ele que elas tomaram papel secundário aqui.

       Ainda sobre as fotos, o livro não é tão sombrio quanto as mesmas sugerem. O ritmo me lembrou bastante Percy Jackson. Minha expectativa era de encarar um texto obscuro e apavorante. Quando não, ele chega até a ser engraçado. Não me decepcionou, só fez mais jus ao ditado: não julgue um livro pela capa. Óbvio que têm certas coisas, digamos, peculiares. De outro modo, não seria Tim Burton muito interessado.

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    Enquanto lia, imaginei a cena e dei uma risada:

    ” – Eu já era mais leve que o ar no instante em que nasci – comentou Olive, com orgulho. – Saí da barriga da minha mãe e fui flutuando para o teto do hospital! A única coisa que me impediu de sair pela janela e subir até as nuvens foi o cordão umbilical. Dizem que o médico desmaiou de choque!”. (p.139)

    perplexus   Por fim, o livro é simplesmente lindo! Postei fotos no IG  (@estranhoscomoeu) do blog também. A foto ao lado esquerdo é a da capa dura, a capa abaixo da removível.

       Espero que essa resenha tenha aguçado a curiosidade de vocês. Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é valida!

     

     

    Obrigada pela leitura!

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  • [Resenha] A Rainha Vermelha, Victoria Aveyard

    29 jan

    downloadSinopse: O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.
    Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?
    Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe — e Mare contra seu próprio coração.
    A Rainha Vermelha  (Red Queen) Editora Seguinte|422páginas|  ISBN 978.85.65765.69.5

    Muita gente está falando muito bem desse livro. Tenho quase certeza de que até hoje só ouvi e li maravilhas dele. É aquele rebuliço de que todo mundo quer comprar. Mesmo sem esperar o preço abaixar kkkkkk. E Eu comprei justamente pela grande expectativa que criei.

    Temos aqui uma sociedade dividida pelos prateados e os vermelhos. Os do primeiro grupo são mais fortes, mais ricos e mais privilegiados, além de deter certos poderes os dando capacidade de dominar alguns elementos como fogo e água. Não sei se aconteceu com mais alguém, mas achava que as cores sanguíneas fossem apenas uma metáfora.

    “Esta é a verdadeira distinção entre prateados e vermelhos: a cor do sangue. Esta única diferença os torna mais fortes, mais inteligentes e melhores do que nós”.

    Mare Barrow é vermelha. Isso significa que ela e sua família eram pobres, e que poderia ter o mesmo destino que seus irmãos, ser recrutada para a guerra. É totalmente diferente da irmã caçula, que tem um excelente dom de bordar, assim pode conseguir um trabalho e se livrar da guerra. Já Mare, o que faz de melhor é roubar.

    Depois de um encontro misterioso com um garoto a caminho de casa, a garota é intimada para servir no Palácio Real como criada do rei. Acreditando que sua vida se resumiria a isso, decidiu se dedicar ao serviço cada dia a mais, até que no dia da Prova Real, evento o qual seriam escolhidas uma princesa para cada filho do rei, Mare descobre algo dormido dentro de si mesma que nunca ousou imaginar.

    “Talvez o que ele tanto esconde seja isto… seu próprio coração”.

    Planos foram traçados e pessoas mentiam. Essas foram as medidas tomadas pelo rei e a rainha em relação a Mare. A protagonista descobriu que tinha muito mais em mãos do que nunca ousou imaginar. E com ajuda de alguns amigos vermelhos, se junta a Guarda Escarlate tendo como visão a queda dos prateados.

    “Este que é o mundo que estou tentando derrubar, o mundo que está tentando me matar e matar tudo que amo. (…) Mas preciso tentar. Pela Cidade Cinzenta, por aqueles que nunca viram o sol”.

    Depois de mais ou menos oitenta páginas o livro surtiu o efeito de curiosidade em mim, mas não durou muito tempo. Não foi o gênero que não gostei, foi da história. Eu leio de tudo um pouco. Particularmente, A Rainha Vermelha não me prendeu. Contudo, o livo não é ruim, de jeito nenhum! Como eu disse no Instagram do blog, Victoria Aveyard construiu personagens fortes, os descrevendo maravilhosamente bem. O livro é muito bem escrito. A história é descrita com muitos detalhes, que por vezes pode se tornar enjoativo.

    Por fim, essa é só a minha opinião como leitora. Os livros surtirão efeitos diferentes sobre cada pessoa. Não consegui me empolgar com ele, porém, toda leitura é válida. Com isso, faço um convite para vocês lerem o artigo PRECONCEITO LITERÁRIO FEAT. LEITORES HATERS de Ana Buranello do blog Entre Livros e Trânsitos.

    Espero que essa resenha tenha aguçado a curiosidade de vocês. Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é valida!

    Obrigada pela leitura!

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  • [Resenha] Convergente, Veronica Roth

    30 dez

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    Sinopse: E se tudo em que você acreditasse fosse uma mentira? Em Convergente, o aguardado volume final da trilogia Divergente, de Veronica Roth, uma revelação que deveria ter permanecido em segredo põe em questão a existência da sociedade baseada em facções na qual a protagonista Tris Prior acreditara um dia. Um novo mundo é revelado além dos muros da Chicago distópica em que Tris nasceu e cresceu, e ela é mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor.

     

     

     

    Convergente (Allegiant) Editora Rocco|528páginas|  ISBN 978.85.7980.186.0

    Talvez se tudo fosse diferente, o agora seria diferente. Ideologias, valores, princípios e escolhas. Esta última te transforma, destrói, mas, sobretudo, define. As coisas perdem o controle para aqueles que ultrapassam as barreiras da grande cidade de Chicago. Não apenas ao derredor, mas irão descobrir que perderam controle sobre eles mesmos.

    “Talvez não tivéssemos nos sentido tão reprimidos…
    Talvez tivéssemos nos tornado pessoas diferentes…
    Talvez ele pudesse ser um homem amável se este fosse um lugar diferente…”.

    “O que aprendi nos últimos dias me fez sentir que não há nada neste lugar que valha a pena salvar”.

    Aqui temos dois personagens narrandores: Tris e Tobias. Cada capítulo é alternado entre um e outro, permitindo que o leitor se envolva à narrativa em diversos cenários. Estes estão transbordando de realidades impensáveis, instigando aos personagens a pensarem em remodelar todas as coisas que acreditavam ser únicas.

    “(…) ainda estou viva, mesmo que seja neste lugar estranho, onde tudo em que eu acreditava está desmoronando. Mas ainda sei de algumas coisas. Sei que não estou sozinha, que tenho amigos e que estou apaixonada. Sei de onde vim. Sei que não quero morrer, e, para mim, isso já é alguma coisa”.

    Tris se mostra mais forte do que nunca. Não me refiro apenas a sua força física. Ela suportou mortes, decepções, torturas, mentiras e sacrifícios. Seu orgulho totalmente explícito nos livros anteriores finalmente se transforma em discernimento, enquanto a sensatez de Tobias parece desfalecer.

    Leitor, se você quiser saber o fim desta história, meu único conselho é: seja corajoso!

    O filme estreia em Março de 2016. Quase lá! Enquanto isso, assistam o trailer clicando na imagem abaixo:

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    Espero que essa resenha tenha aguçado a curiosidade de vocês. Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é valida!
    Obrigada pela leitura!

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    “Será que poderei ser perdoada pelo que fiz para chegar aqui?

    Quero ser.

    Eu posso.

    Eu acredito.”

     

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  • [Resenha] Insurgente, Veronica Roth

    5 dez

    Insurgente Sinopse: Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a aguardada continuação da bem-sucedida série de distopia que conquistou os fãs de Jogos Vorazes e alcançou o primeiro lugar na disputada lista dos mais vendidos do The New York Times, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama – e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.

     

     

    Insurgente (Insurgent)
    Editora Rocco |512páginas|ISBN 978-85-7980-155-6

    Somente avance se você é Divergente!

    Fogem-me as palavras. Com jeito majestoso, Veronica Roth nos dá uma sequência de perder a cabeça. É difícil um livro conquistar minha total atenção. Com este aqui aconteceu isso. Fiz meu tempo de leitura crescer e não me pergunte como. Eu queria ler toda hora, e descobri novas maneiras de aproveitar meu tempo que eu não havia percebido antes. O que eu quero dizer com tudo isso com toda essa enrolação haha é que a continuação chega a ser mais viciante que a primeira.
    O início de Insurgente é exatamente o ponto em que a história parou em Divergente: Tris, Quatro, Caleb, Marcus e Peter estão em um vagão de trem tentando fugir de traidores. Chegam então no complexo da Amizade, onde puderam então desfrutar de alguns momentos felizes, e até descontraídos, mas essa alegria durara pouco. Traidores da Erudição invadem o local, obrigando os nossos principais a correrem como loucos para escaparem. O que os leva a voltarem para dentro de um vagão de trem, cujo espaço era preenchido por algumas pessoas. Conseguem imaginar quem são? Ao que me concerne por hora, é que vocês saibam que tais pessoas são consideravelmente valorosas para a trama.
    Tobias e Tris seguem em direção a sede da Franqueza para buscar pistas do que quer que esteja acontecendo. Lá eles são submetidos ao soro da verdade, uma substância capaz de suscitar a verdade de quem o tomar. Ao longo de cada sessão, segredos e medos dos dois são revelados e todos os membros da Franqueza que estavam na sala assistindo Tris e Tobias escutam tudo.

    “Talvez eu não devesse sentir medo de falar nada, porque a honestidade vai fazer eu me sentir mais leve”.

    Uma particularidade de Tris que para mim é de grande relevância é seu caráter egoísta, cujas práticas provindas de seu âmago são facilmente notórias em Divergente.

    “- Eu não era boa o bastante para a Abnegação, e queria ser livre. Por isso escolhi a Audácia.
    – Por que você acha que não era boa o bastante?
    – Porque eu era egoísta”.

    Em insurgente, Tris está muito solta, viciada em adrenalina, se tornando um estereótipo de facção, aspecto que não era seu. Chega ser estupidamente impetuosa. Abriu um abismo entre ela e Tobias, fazendo a cumplicidade que existia entre eles despedaçar aos poucos. Sua postura me incomodou além da medida. Entretanto, apesar de tanto agir como uma criança imprudente, a garota faz o certo tentando ser heroína, ou melhor, ser Insurgente.

    “Ser cruel não torna uma pessoa desonesta, da mesma maneira que ser corajoso não faz ninguém gentil”.

    Antes tarde do que nunca, Jeanine, como sabem, é quem está por trás de toda essa tramóia, mas saber o que ela está escondendo é o obstáculo.

    “Eu costumava acreditar que é preciso ter malícia para ser cruel, mas isso não é verdade. Jeanine não tem o menor motivo para agir de maneira maliciosa. Mas ela é cruel porque não se importa com o que faz, desde que isso a fascine”.

    Não posso dizer que fiquei feliz com o livro, quero dizer, há muito sofrimento envolvido. Pessoas pelas quais nós daríamos votos de confiança se revelam traidores. O mundinho por dentro da cerca está desabando. Engraçado como o desalento dos personagens toma conta da gente, e quando percebemos estamos muito apegados a eles. Quanto mais lermos sem pausa, mais envolvidos ficamos. Esta saga é altamente recomendável para aqueles que conseguem extrair prazer em aventuras distópicas. Dou nota máxima para essa continuação. Minhas expectativas são altas para o desfecho em Convergente.

    estreia-insurgente-divergente-banner-cinemas-fim-de-semana-cintia-cunha-sempre-bella Clique na imagem para assistir ao trailer

    Espero que essa resenha tenha aguçado a curiosidade de vocês. Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é valida!
    Obrigada pela leitura!

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