Categoria: Ação e Aventura

[Resenha] Convergente, Veronica Roth

30 dez

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Sinopse: E se tudo em que você acreditasse fosse uma mentira? Em Convergente, o aguardado volume final da trilogia Divergente, de Veronica Roth, uma revelação que deveria ter permanecido em segredo põe em questão a existência da sociedade baseada em facções na qual a protagonista Tris Prior acreditara um dia. Um novo mundo é revelado além dos muros da Chicago distópica em que Tris nasceu e cresceu, e ela é mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor.

 

 

 

Convergente (Allegiant) Editora Rocco|528páginas|  ISBN 978.85.7980.186.0

Talvez se tudo fosse diferente, o agora seria diferente. Ideologias, valores, princípios e escolhas. Esta última te transforma, destrói, mas, sobretudo, define. As coisas perdem o controle para aqueles que ultrapassam as barreiras da grande cidade de Chicago. Não apenas ao derredor, mas irão descobrir que perderam controle sobre eles mesmos.

“Talvez não tivéssemos nos sentido tão reprimidos…
Talvez tivéssemos nos tornado pessoas diferentes…
Talvez ele pudesse ser um homem amável se este fosse um lugar diferente…”.

“O que aprendi nos últimos dias me fez sentir que não há nada neste lugar que valha a pena salvar”.

Aqui temos dois personagens narrandores: Tris e Tobias. Cada capítulo é alternado entre um e outro, permitindo que o leitor se envolva à narrativa em diversos cenários. Estes estão transbordando de realidades impensáveis, instigando aos personagens a pensarem em remodelar todas as coisas que acreditavam ser únicas.

“(…) ainda estou viva, mesmo que seja neste lugar estranho, onde tudo em que eu acreditava está desmoronando. Mas ainda sei de algumas coisas. Sei que não estou sozinha, que tenho amigos e que estou apaixonada. Sei de onde vim. Sei que não quero morrer, e, para mim, isso já é alguma coisa”.

Tris se mostra mais forte do que nunca. Não me refiro apenas a sua força física. Ela suportou mortes, decepções, torturas, mentiras e sacrifícios. Seu orgulho totalmente explícito nos livros anteriores finalmente se transforma em discernimento, enquanto a sensatez de Tobias parece desfalecer.

Leitor, se você quiser saber o fim desta história, meu único conselho é: seja corajoso!

O filme estreia em Março de 2016. Quase lá! Enquanto isso, assistam o trailer clicando na imagem abaixo:

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Espero que essa resenha tenha aguçado a curiosidade de vocês. Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é valida!
Obrigada pela leitura!

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“Será que poderei ser perdoada pelo que fiz para chegar aqui?

Quero ser.

Eu posso.

Eu acredito.”

 

  • Categorias: Ação e Aventura, Resenhas
  • [Resenha] Insurgente, Veronica Roth

    5 dez

    Insurgente Sinopse: Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a aguardada continuação da bem-sucedida série de distopia que conquistou os fãs de Jogos Vorazes e alcançou o primeiro lugar na disputada lista dos mais vendidos do The New York Times, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama – e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.

     

     

    Insurgente (Insurgent)
    Editora Rocco |512páginas|ISBN 978-85-7980-155-6

    Somente avance se você é Divergente!

    Fogem-me as palavras. Com jeito majestoso, Veronica Roth nos dá uma sequência de perder a cabeça. É difícil um livro conquistar minha total atenção. Com este aqui aconteceu isso. Fiz meu tempo de leitura crescer e não me pergunte como. Eu queria ler toda hora, e descobri novas maneiras de aproveitar meu tempo que eu não havia percebido antes. O que eu quero dizer com tudo isso com toda essa enrolação haha é que a continuação chega a ser mais viciante que a primeira.
    O início de Insurgente é exatamente o ponto em que a história parou em Divergente: Tris, Quatro, Caleb, Marcus e Peter estão em um vagão de trem tentando fugir de traidores. Chegam então no complexo da Amizade, onde puderam então desfrutar de alguns momentos felizes, e até descontraídos, mas essa alegria durara pouco. Traidores da Erudição invadem o local, obrigando os nossos principais a correrem como loucos para escaparem. O que os leva a voltarem para dentro de um vagão de trem, cujo espaço era preenchido por algumas pessoas. Conseguem imaginar quem são? Ao que me concerne por hora, é que vocês saibam que tais pessoas são consideravelmente valorosas para a trama.
    Tobias e Tris seguem em direção a sede da Franqueza para buscar pistas do que quer que esteja acontecendo. Lá eles são submetidos ao soro da verdade, uma substância capaz de suscitar a verdade de quem o tomar. Ao longo de cada sessão, segredos e medos dos dois são revelados e todos os membros da Franqueza que estavam na sala assistindo Tris e Tobias escutam tudo.

    “Talvez eu não devesse sentir medo de falar nada, porque a honestidade vai fazer eu me sentir mais leve”.

    Uma particularidade de Tris que para mim é de grande relevância é seu caráter egoísta, cujas práticas provindas de seu âmago são facilmente notórias em Divergente.

    “- Eu não era boa o bastante para a Abnegação, e queria ser livre. Por isso escolhi a Audácia.
    – Por que você acha que não era boa o bastante?
    – Porque eu era egoísta”.

    Em insurgente, Tris está muito solta, viciada em adrenalina, se tornando um estereótipo de facção, aspecto que não era seu. Chega ser estupidamente impetuosa. Abriu um abismo entre ela e Tobias, fazendo a cumplicidade que existia entre eles despedaçar aos poucos. Sua postura me incomodou além da medida. Entretanto, apesar de tanto agir como uma criança imprudente, a garota faz o certo tentando ser heroína, ou melhor, ser Insurgente.

    “Ser cruel não torna uma pessoa desonesta, da mesma maneira que ser corajoso não faz ninguém gentil”.

    Antes tarde do que nunca, Jeanine, como sabem, é quem está por trás de toda essa tramóia, mas saber o que ela está escondendo é o obstáculo.

    “Eu costumava acreditar que é preciso ter malícia para ser cruel, mas isso não é verdade. Jeanine não tem o menor motivo para agir de maneira maliciosa. Mas ela é cruel porque não se importa com o que faz, desde que isso a fascine”.

    Não posso dizer que fiquei feliz com o livro, quero dizer, há muito sofrimento envolvido. Pessoas pelas quais nós daríamos votos de confiança se revelam traidores. O mundinho por dentro da cerca está desabando. Engraçado como o desalento dos personagens toma conta da gente, e quando percebemos estamos muito apegados a eles. Quanto mais lermos sem pausa, mais envolvidos ficamos. Esta saga é altamente recomendável para aqueles que conseguem extrair prazer em aventuras distópicas. Dou nota máxima para essa continuação. Minhas expectativas são altas para o desfecho em Convergente.

    estreia-insurgente-divergente-banner-cinemas-fim-de-semana-cintia-cunha-sempre-bella Clique na imagem para assistir ao trailer

    Espero que essa resenha tenha aguçado a curiosidade de vocês. Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é valida!
    Obrigada pela leitura!

  • Categorias: Ação e Aventura, Resenhas
  • [Resenha] Divergente, Veronica Roth

    4 nov

    Sinopse: Beatrice Prior tem 16 anos e está prestes a enfrentar o momento mais importante de sua vida, a Cerimônia de Escolha, quando decidirá à qual das cinco facções em que a sociedade é dividida irá passar o resto de seus dias: Abnegação, Amizade, Audácia, Erudição ou Franqueza. A opção significa continuar com sua família ou abandoná-la para sempre, um dilema que todos os adolescentes têm de enfrentar. Quando o teste de aptidão aponta um resultado inesperado – Divergente –, Beatrice se vê forçada a encarar uma realidade para a qual talvez não esteja preparada. Mas Tris, o nome que ela assume quando se junta à Audácia, fará de tudo para sobreviver à sua nova e violenta facção.
    Divergente (Divergent)
    Editora Rocco|504 páginas|ISBN 978-85-7980-131-0

       A primeira coisa que eu preciso dizer sobre o livro é que ele é viciante. De início eu não tinha dado nada pela história. Tinha um ano já que eu vigiava o preço abaixar, e quando finalmente abaixou, comprei a trilogia: Divergente, Insurgente e Convergente. A capa é tão basiquinha que influenciou a minha vontade de não ler. Fiquei um mês com o livro na estante. Não comecei a leitura com entusiasmo, até porque não sabia absolutamente nada da saga. Nem mesmo a orelha do livro eu li. A única finalidade do interesse no livro foi pelo seu repertório de vendas.

      Vamos falar um pouquinho sobre o livro agora. Sei que já foi lançado há um tempo (temos até uma adaptação cinematográfica), todavia, livros são eternos. Também sei que há muitas resenhas sobre ele, então não vou me alongar naquilo que é óbvio que todos sabem.

      Nós temos 5 facções nessa nova cidade de Chicago: Amizade, Erudição, Abnegação, Franqueza e Audácia. São divididas assim porque cada pessoa é designada a seguir uma linha de pensamento. Essa linha de pensamento é bem limitada, de modo que, por exemplo, os integrantes da Erudição vão buscar conhecimento, entendimento, estudo, e os da Franqueza sinceridade, lealdade, verdade. Aqueles que têm seus pensamentos direcionados para vários lados são chamados Divergentes. Alguns líderes se assustam com a abrangência de decisões, sentimentos e ideias, por isso que pode ser perigoso saber da existência de algum.

      Ao completar 16 anos, o adolescente é submetido a um teste que o ajudará a escolher uma facção. A maioria escolhe a facção de seus pais, outros se deserdam e escolhem uma facção diferente do berço onde nasceu. Foi o que aconteceu com Beatrice Prior e seu irmão Caleb Prior. Os dois nasceram na facção da Abnegação, a facção que tem a responsabilidade de governar. Um detalhe importante é que o pai deles faz parte da liderança, do governo. Com esse desvio, Caleb para Erudição e Beatrice para Audácia, as pessoas começam a duvidar do modo de ensino, educação e ética da Abnegação. Caleb ter saído da Abnegação e escolhido a Erudição não é excessivamente questionável, mas uma Careta (assim que chamam os integrantes da Abnegação) escolher a Audácia é imensamente questionável. A Abnegação, uma facção altruísta, bondosa, caridosa, humanitarista e compadecida.

      O fato é que Tris não era abnegada. Não consegui perceber no filme, mas no livro ela tem uma personalidade muito forte, e é extremamente orgulhosa, porém não deixa de ser muito corajosa. Sempre aparentou ser do contra, queria ser livre e poder fazer o que quisesse, sem se preocupar em estar infringindo alguma regra da Abnegação. Quatro, seu instrutor, já a avaliou como “dura como pedra”. Seu parecer físico não se enquadra com o tamanho de seu ego.

    “O abismo serve para nos lembrar que há um limite tênue entre a coragem e a estupidez”.

      Partindo para quando Tris escolhe a Audácia. Ela segue, após a cerimônia da escolha, para o complexo da facção junto com os novos iniciandos. Foi somente a liberdade que eles emanavam que a fez se atrair pela Audácia. Ao se deparar com os testes de iniciação, é defrontada com a notícia de que se não for bem nos testes, ela seria cortada do rol dos iniciandos e se tornaria uma sem-facção. Essa não foi a pior parte. Mal sabia ela que os testes seriam brutais. Seu conceito de liberdade, coragem e proteção se deturpou ao ter que lutar até não poder mais com outros iniciandos para passar nos testes. Apesar disso, a Audácia já foi uma facção mais justa. Há seis anos, alguns líderes mudaram o método de treinamento o tornando mais competitivo e feroz. Impressiona-me como a maldade é incrivelmente distorcida com a coragem.

    “A razão humana é capaz de justificar qualquer mal; é por isso que não devemos depender dela”.

      A partir daí, o leitor é quem fica responsável pelo resto da história. Eu só tenho agora que parabenizar a autora que nos deu a oportunidade de desfrutar de uma aventura que mexe com a gente. E claro que eu não ficaria sem falar um pouquinho do Quatro. Não quero estragar a surpresa de ninguém, mas ele é maravilhoso com todas as letras. Fiquei com um pé atrás da orelha quanto ao ator que o interpretaria, porém, quando eu o vi dando vida a esse personagem, todas as minhas especulações de desconfiança se dissiparam. Eu não posso e nem conseguiria falar o quanto ele é apaixonante.

      Nunca pensei que Divergente seria tão majestoso quanto Jogos Vorazes, porque convenhamos, não é? No entanto, é indispensável deixar bem claro que as duas sagas podem ser comparadas em certos pontos, mas eu já acho que são mínimos. Não temos um triângulo amoroso, Katniss e Tris são bem diferentes, devo dizer que o cenário aqui comparado é menos “tenso” que em JV, o inimigo não é o líder político, porém tem a ver com ideais poderosos, e por assim vai. Se eu continuar a escrever, darei spoiler. A verdade é que a trilogia de Veronica Roth tem tudo para ser um grande sucesso, tanto quanto Jogos Vorazes. Afinal, não há dúvidas que se uma nova trilogia com um quadro revolucionário aparecer por aí será comparada à majestosa trilogia de Suzanne Collins.

      Por último, e não menos importante, destaco aqui que, assim como muitas adaptações, desencontramos no filme certos momentos do livro. Mas devo dizer que mesmo assim ele não perdeu sua essência, até porque o filme é 10.

      Espero que essa resenha tenha aguçado a curiosidade de vocês. Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é valida!

    Obrigada pela leitura!

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  • Estranhos Como Eu

    27 out

      Olá, pessoal!

      Resolvi juntar tudo o que eu gosto em um lugar só. Este não será só meu espaço, mas também o de vocês, pois a intenção é compartilhar  opiniões. 

      Eu, juntamente com os colaboradores, estamos sempre em contato preparando conteúdos especiais para vocês. Nosso objetivo é discorrer sobre livros, filmes e música de modo que possamos refletir mais sobre estes.

      Se você é uma daquelas pessoas estranhas que acompanham séries como loucos, viajam nas  playlists, não param de falar nos filmes dos finais de semana e viram a noite lendo, tenham certeza de que somos tão estranhos quanto vocês.

    Estranhos Como Eu

     

     

     

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