Categoria: Resenhas

Vou Ser ALUCINADAMENTE FELIZ Só de Raiva, Jenny Lawson

6 ago

alucinadamente feliz resenhaJenny Lawson está longe de ser uma pessoa comum. Ela mesma se considera colecionadora de transtornos mentais, já que é uma depressiva altamente funcional com transtorno de ansiedade grave, depressão clínica moderada, distúrbio de automutilação brando, transtorno de personalidade esquiva e um ocasional transtorno de despersonalização, além de tricotilomania (que é a compulsão de arrancar os cabelos). Por essa perspectiva, sua vida pode parecer um fardo insustentável. Mas não é.
Após receber a notícia da morte prematura de mais um amigo, Jenny decide não se deixar levar pela depressão e revidar com intensidade, lutando para ser alucinadamente feliz. Mesmo ciente de que às vezes pode acabar uma semana inteira sem energia para levantar da cama, ela resolve que criará para si o maior número possível de experiências hilárias e ridículas a fim de encontrar o caminho de volta à sanidade.

Livro de Memórias | Páginas 352 | Avaliação 4,5/5

Olá! Tudo bem?

   Como é novidade e muitos não sabem, nosso blog agora tem um canal no YouTube \0/ Postamos uma resenha de Alucinadamente Feliz e, infelizmente, a apresentação de quote nos vídeos não ficam tão legais, como quando feito nas resenhas.  Por isso estou fazendo esse post que complementa o vídeo da resenha. Para assistir basta clicar no guaxinim sorridente/raivoso abaixo.

alucinadamente feliz video

 

[…] não pode crescer sem reconhecer que todos somos feitos da esquisitice que tentamos esconder do resto do mundo (p. 15).

Todos nós temos a nossa cota de tragédia, insanidade ou drama, o que faz toda diferença é o que fazemos com esse horror (p. 17).

 

Quero que este livro ajude as pessoas que enfrentam transtornos mentais e também aqueles que têm amigos e familiares castigados por ela […] Quero transmitir esperança (p. 23).

 

Às vezes ser louco é perfeito (p. 31).

É preciso descobrir como sobreviver à depressão, o que não é fácil, já  que quando se está deprimido, você se sente mais exausto do que jamais esteve na vida, e seu cérebro mente para você, que não se sente digno do tempo e da energia (que muitas vezes sequer tem) necessária para procurar ajuda. É por isso que você precisa contar com os amigos, familiares e estranhos para lhe dar uma mão quando não consegue fazer o que precisa ser feito (p. 156).

Detesto quando está quente demais para se usar o cobertor, porque tenho medo de flutuar até o teto se não usar um e aí ser triturada pelo ventilador. Isso é normal, né? (p. 239).

Você aprende a reconhecer que o que faz você feliz é muito diferente do que as pessoas dizem que deveria fazer você feliz (p.264).

– […] Cada dia é outra chance de aproveitar a vida.
– Também é outra chance de ser sequestrada por um assassino em série, ou de acabar no fundo de um poço (p. 278).

Tudo depende do seu ponto de vista (p.288).

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Beijos e até o próximo post!

 

  • Categorias: Resenhas, Romance e Drama
  • [Resenha] LONEY, Andrew Michael Hurley | Vale a Pena?

    26 jul

    loney resenhaSinopse: Quando os restos mortais de uma criança são descobertos durante uma tempestade de inverno numa extensão da sombria costa da Inglaterra conhecida como Loney, Smith é obrigado a confrontar acontecimentos terríveis e misteriosos ocorridos quarenta anos antes quando ainda era criança e visitou o lugar.intrinseca

    Thriller | 304 páginas | Avaliação 4/5

      Ataquei fervorosamente Loney em poucos dias no meio da minha MLI 2016 hahahah A capa me chamou atenção logo de CARA e após ler a sinopse não pensava em outra coisa que não fosse “Preciso ler Loney!”. Óbvio que, com essa jacket e capa dura maravilhosa, e também por ser lançamento, o livro não só chamou minha atenção, mas teve uma aceitação incrível do público, consagrando-o como um dos lançamentos queridinhos do momento. Eu acabei lendo-o no formato e-book.

    História <3

      O Livro aborda um tipo de cenário que tem tudo para parecer monótono, mas isso com certeza está fora do cardápio. Uma casa no meio do nada. Sim. Os mesmos rostos em todos os capítulos e diálogos e mais diálogos nesse pequeno espaço em que as personagens (sim, personagem é no feminino, mas não é pecado quando no masculino :p) dispunham. É interessante quando um escritor consegue fazer isso, digo, mover a história mais por meio de diálogos do que por acréscimos de espaço, tempo e personagens.

      Na narrativa, um garoto que chamam apenas de Tonto, nosso narrador, parte com a família e mais um grupinho de pessoas de uma igreja católica em direção a um lugar chamado Loney em função de um retiro de Páscoa. Sua mãe acredita que tal lugar seria a cura para a mudez de seu irmão chamado ora Andrew, ora Hanny. A mulher, muito religiosa, acreditava que lá ele receberia esse milagre.

    Ela estava convencida de que lá – e somente lá – Hanny teria alguma chance de ser curado.

      A maior parte da ação e desenvolvimento do livro fica por conta de Tonto e seu irmão. Como eram apenas crianças, os dois se aventuravam explorando as redondezas do lugar. Durante essas andanças, se envolveram sem querer com alguns vizinhos nada gradáveis e muito suspeitos. Era dever de Tonto proteger seu irmão, se alguma coisa acontecesse a ele… sabe-se lá o que sua mão era capaz de fazer. 

    Era impossível conhecer de verdade o Loney. O lugar mudava a cada afluxo e recuo das águas, e as marés revelavam os esqueletos daqueles que pensaram que poderiam escapar das suas traiçoeiras correntes. Ninguém jamais chegava perto da água. Isto é, ninguém exceto nós.

      Observação: Em Loney, o momento presente, Tonto e Hanny/Andrew já estão adultos. Tais fatos acima aconteceram anos e anos após o presente, lá pelos anos 70. Ele acaba se lembrando do que viveu com seu irmão, pois houve um assassinato recentemente em Loney. Tonto não teve essas lembranças a toa. Alguma coisa aconteceu que o assombra desde então, mesmo 4o anos após tudo que aconteceu.

    Quanto mais a gente tenta esquecer, mais se lembra. Os pecados são assim, não?.

    Vale a Pena?

      Dizem que a leitura flui bem mais rápido com e-books, e confirmo que comigo essa colou. Comecei Loney para descansar de Tempo É Dinheiro, de Lionel Shriver (ô leiturinha cansativa!). E não é que fiz as apostas certas? Além de descansar, eu curti cada momento.

      Loney apresenta uma narrativa bem descritiva e bastante diálogos. Enquanto lia ansiava por ação, alguma coisa que arrancasse meu fôlego. O autor criou o cenário perfeito para isso, porém, o que faltou foi exatamente mais “movimento”. Digo, a cada capítulo que lia ficava esperando alguma coisa aparecer e me morder desprevenida, sabe? Aquele momento em que a gente está até com serenidade no olhar, e de repente PÁH!, mas não. O final é por igual maneira de desenvolvimento que ocorreu durante toda narrativa do livro.

      Obviamente, o livro não se comprometeu pelo seu final, mas senti que faltava alguma coisa. Aqui, a emoção não é manifestada nos desfechos, mas trabalhada como um todo em cada capítulo, cada linha. 

      Será que Loney vale a pena? Daria uma chance ao livro? Se já leu, foi uma leitura proveitosa? Se não, lhe dou mais alguns motivos para lê-lo:

    Loney não é apenas bom, é sensacional. Uma extraordinária obra de ficção.

    Stephen King

    Passei uma noite em claro lendo Loney, e o livro me assombra desde então.

    The Daily Telegraph

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  • Categorias: Resenhas, Terror e Suspense
  • [Resenha] A Playlist de Hayden, Michelle Falkoff

    12 jul

    a playlist de hayden resenhaSinopse: Depois da morte de seu amigo, Sam parece um fantasma vagando pelos corredores da escola, o que não é muito diferente de antes. Ele sabe que tem queeditora novo conceito aceitar o que Hayden fez, mas se culpa pelo que aconteceu ao amigo e não consegue mudar o que sente. Enquanto ouve música por música da lista deixada por Hayden, Sam tenta descobrir o que exatamente aconteceu naquela noite. E, quanto mais ele ouve e reflete sobre o passado, mais segredos descobre sobre seu amigo e sobre a vida que ele levava. Essa é uma história inquietante sobre perda, raiva, superação e bullying. Acima de tudo, sobre encontrar esperança quando essa parte parece ser a mais difícil.

    Drama | 288 páginas | Avaliação 3,5/5

      Hayden é, ao mesmo tempo que não, o protagonista. A história é desencadeada pelo suicídio do garoto logo no primeiro capítulo. (Me lembrou Morte Súbita, de JK Rowling). Ele deixa para Sam, seu melhor amigo, um recado em um pedaço de papel diizendo para o garoto escutar sua playlist, assim entenderia o porquê de ele ter feito aquilo consigo mesmo.

     a-playlist-de-hayden-resenha A partir daí, Sam foi ouvindo as música, uma por uma, com muita atenção. Concluiu que as músicas do amigo incluiam temas tristes e melancólicos. Sentia muita falta de Hayden; era seu melhor amigo. Mesmo assim, não tinha ideia de quanto sofrimento havia em seu coração. Os dois compartilhavam de interesses iguais, como quadrinhos e vídeo games, mas ao se tratar de assuntos pessoais, tanto um quanto o outro saia perdendo.

    Se havia alguma coisa que eu aprendera com a playlist, é que ouvir as pessoas pode ser importante (p. 283).

      Como Hayden era seu único amigo na escola, Sam ficava sozinho na maioria do tempo. Até que uma garota intitulada Astrid se aproximou dele e o apresentou para o grupo com quem andava, despertando, então, distrações que o até fazia se esquecer de seu falecido amigo por alguns momentos.

    Era o tipo de papo que eu tinha com Hayden e que me fazia sentir ao mesmo tempo feliz e sozinho (p. 95).
    E rir parecia ser algo errado, mas também algo bom, embora o fato de me fazer sentir bem também me faça sentir culpado, o que acaba por me trazer de volta a sensação de que tudo aquilo era mesmo errado (p. 12).

      Sam não lida muito bem com a perda, em todo canto havia alguma parte de seu amigo, como os jogos. E então, algo muito bizarro acontece com o menino. O mesmo usuário usado por Hayden em um chat de jogos online lhe envia uma mensagem. Este mantém contato com Sam não revelando sua identidade. Simultaneamente, agressores de Hayden, os que sempre praticavam bullying com ele, estavam sofrendo humilhações públicas, e Sam associou como uma vingança a Hayden do usuário online, pois este fazia jogos de palavras que indicava que ele é quem estava por trás dessa história.

    a-playlist-de-hayden

      Com ajuda de seus novos amigos, Sam procura por respostas não só sobre a playlist, mas também quem era  pessoa por trás dos ataques. Afinal, mesmo que seja por um ato de justiça/vingança, essa pessoa é tão agressora quanto aqueles que provocaram Hayden.

    A playlist de Hayden fez com que eu me sentisse conectado com ele e também fez com que eu me abrisse para um monte de coisas que não ouvia antes (p.283).

      Esse livro incrível foi presente de uma amiga mais que especial. Obrigada, Ana! Amei cada momento da leitura! 

  • Categorias: Resenhas, Romance e Drama
  • [Resenha] A Extraordinária Garota Chamada Estrela, Jerry Spinelli | Amada e Odiada

    9 jul

    a extraordinaria garota chamada estrela resenhaA garota chamada Estrela é tão mágica quanto o céu do deserto. É tão estranha quanto seu rato de estimação. É tão misteriosa quanto seu próprio nome. Com um simples sorriso, ela cativa totalmente o coração de Leo Borlock. Com sua alegria, ela incendeia uma revolução por liberdade e autenticidade no espírito de sua escola.
    No começo, os colegas encantam-se com ela por tudo o que a faz ser diferente. Mas isso começa a mudar, e Leo, apaixonado e apreensivo, percebe que a única coisa que pode salvá-la das críticas é a mesma que pode destruí-la: ser alguém comum.
    Nesta celebração do inconformismo, o premiado Jerry Spinelli tece um conto tenso e comovente sobre os percalços da necessidade de ser popular e da emoção e inspiração do primeiro amor.

    Infanto Juvenil | 192 páginas | Avaliação 3/5

    Uma amiga minha me disse que esse era seu livro favorito, e quando alguém fala isso eu fico muito MUITO curiosa. Então ela me emprestou e hoje vamos falar um pouquinho dele. Simbora!

    Quem narra a história é Leo Borlock. Ele mais a escola inteira se impressionaram quando uma aluna nova chamada Estrela ingressou no colégio. A primeira impressão dela foi chamar a atenção de todos pela sua aparência exageradamente incomum. Usava roupas e acessórios chamativos, além de tocar um instrumento chamado ukulele, parecido com um violão.

    Além disso, Estrela tem uma personalidade maravilhosamente cativante! Deixava as pessoas ao seu redor felizes. Sempre se mostrou prestativa, acabando por ser chamada para o time de líderes de torcida, se tornando popular. Mas ela não se enchia disso, não inflamava o ego.

    “De todas as características incomuns de Estrela, essa para mim era mais marcante. As coisas ruins não a afetavam”.

    Porém, seus dias de popularidade chegam ao fim muito depressa. Isso porque, além das roupas, seu jeito também desagradava as pessoas. Não que havia algo de errado, ela simplesmente era boa demais. Mas convenhamos que Estrela é bem doidinha.

    “Ao mesmo tempo, nos contínhamos. Porque ela era diferente. Diferente”.

    Leo e Estrela haviam se tornado amigos bem próximos. Isso o incomodou, pois ele reparou que seus amigos da escola estavam ignorando-o com sucesso. Para ele, o que as pessoa acham ou o que vão achar é o mais importante. Tudo isso porque o viram andando com a garota.

    “(…) todos desviavam de nós”.

    Não bastava ser ignorada, Estrela era alvo de bullying. O mais fantástico era que ela não revidava. O seu interior permanecia da mesma maneira, independente da maldade de certos alunos. Como o próprio título diz, Estrela é extraordinária.

    “Eles estavam todos em é agora, apontando os dedos, avançando, gritando, estivessem com o microfone ou não”.

    Por fim, esse livro émdirecionado para o público infanto juvenil, mas é indicado para todas as idades. A leitura é rápida, fácil e agradável. Além da mensagem, que é passada de maneira simples para o público jovem.

    Postamos o vídeo da resenha no canal. Assistam clicando AQUI.

    Até mais!!!

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  • Categorias: Resenhas, Romance e Drama
  • [Resenha] A Coroa, Será Quem o Escolhido? Kiera Cass

    5 jul

    a coroa resenhaEm A herdeira, o universo de A Seleção entrou numa nova era. Vinte anos se passaram desde que America Singer e o príncipe Maxon se apaixonaram, e a filha do casal é a primeira princesa a passar por sua própria Seleção. Ela não acreditava que encontraria, tal como seus pais, um amor verdadeiro durante o concurso. Mas alguns candidatos conseguem abrir rachaduras nas muralhas que Eadlyn construiu em volta de si mesma, principalmente de seu coração. Aos poucos, os Selecionados se tornam seu porto seguro, ao mesmo tempo que a fazem enxergar como é a vida fora da bolha em que vive.

    Distopia/Romance | 312 páginas | Avaliação 2/5

       Em A Coroa, continuamos a acompanhar Eadlyn em sua Seleção. Restam poucos candidatos, mas os que ainda permaneceram no castelo cativaram algo muito especial na princesa, dificultando, assim, corte na Elite.  

    Nada te deixa mais consciente da presença de uma pessoa do que a falta dela (p. 9).

       Durante as primeiras aparições da garota em A Herdeira, suas atitudes deram a impressão de que a mesma não pensava em ninguém a não ser nela mesma e que não conhecia nada verdadeiramente além das paredes do castelo onde morava. Pois é. Embora os argumentos acima sejam verdadeiros, acredito que, como ela nasceu e cresceu usufruindo do melhor, tudo o que Eadlyn externou fora simplesmente seu jeito, moldado a partir de costumes. Por isso, particularmente, não comprei a ideia de muitos leitores que a denotavam metida e mimada, e sim, havia muita confusão em sua cabeça. Como uma princesa, não se espera que a mesma compartilhe das mesmas aquisições de pessoas de baixa renda. Porém, espera-se também que ela possa entender plenamente seu povo, aproximando-se dele e manifestando interesse e confiança, oferecendo, então, medidas cabíveis, para que assim os conquiste. Haja vista que os habitantes daquele lugar não expunham empatia por ela. Para a garota, expor sentimentos a transformava em uma pessoa fraca.

    […] mais do que qualquer outra pessoa aqui, sei que você esconde o jogo. Uma confissão como essa deve ter sido dolorosa (p. 58).

       O que muitos podem não ter destacado foi o lado sensível de Eadlyn. Apesar de externar sempre sua extrema independência e controle, se abalava pela não aceitação por parte de seu público. Aos poucos ela foi percebendo que, mesmo considerando a si mesma a pessoa mais poderosa do mundo, sentia-se isolada algumas vezes, principalmente durante a Seleção. A odiou desde o início, e não a levou tão a sério quanto deveria.

    Não é que eu não saiba o que estava procurando. É que não estava preparada para procurar (p. 12).

       No fim das contas, a garota, com o convívio, percebeu que a definição de poder era muito mais do que achava que era. Foi percebendo, no dia a dia, que dentre aquele grupo da Elite existiam garotos tão bons, que um casamento deixou de ser sinônimo perda de tempo.

    […] enriqueceram a minha vida de maneiras que nem posso começar a descrever (p. 138).

       Além de toda essa tribulação no coração da princesa, sua mãe se encontra em um estado de saúde muito grave. Então, ela divide seu tempo com visitas até a ala hospitalar e encontros. Para piorar, todos os garotos da Elite proporcionavam tantos momentos inesquecíveis, que ela se via incapaz de escolher um. Ademais, um pretendente inesperado chega em sua vida bagunçando todos os seus planos.

       A Coroa pode ser considerado o livro menos interessante na série, quer dizer, não há muitas ações, apenas diálogos e mais diálogos. E também não posso deixar de falar sobre o desfecho da escolha de Eadlyn, que na minha opinião foi meio fugaz e um pouco sem sentido. A personagem fica o livro inteiro meio nem aí, e depois ela se derrete só com um olhar. Fiquei meio wtf? Deu a impressão de que não houve um desdobramento. Pareceu que do nada surgiu um cupido e lançou uma flecha e pronto. Fora isso, a leitura é tão igual quanto aos demais livros da série A Seleção. Bem fluída. Já o final da história, no âmbito geral, tenho certeza que agradará aos fãs de contos de fadas.

    Obrigada pela leitura e até mais!

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  • [Resenha|Didático] Quabribol Através dos Séculos, Aprenda a Jogar! Kennilworthy Whisp

    2 jul

    quadribol através dos séculos resenhaJ. K. Rowling, atendendo aos apelos dos leitores da série Harry Potter, escreveu, sob o pseudônimo de Kennilworthy Whisp, o livro Quadribol através dos séculos, um histórico completo sobre o jogo quadribol, desde a origem até o presente século, as modificaçõeseditora rocco ocorridas no esporte, descrição do times e sua difusão pelo mundo. Quem leu as aventuras do aprendiz de feiticeiro mais famoso do mundo já deve estar familiarizado com o quadribol – esporte típico dos bruxos e tão popular para eles quanto o futebol para os não-bruxos.

    Fantasia/Didático | 64 páginas | Avaliação 3/5

    
    *Lumos*

       Só para começarmos, rotulei o livro como didático pois é um texto expositivo sobre o quadribol, por isso não pensem em praticar esse esporte por aí, a não ser que seja um bruxo (Nota: Não sei porquê escrevi isso, já que o post está protegido contra trouxas).

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       Quadribol Através dos Séculos é um exemplar cedido (com MUITO custo) pela biblioteca de Hogwarts para a Comic Relief. Em suas páginas encontramos a história da evolução do Quadribol, desde antes do esporte ser considerado como um.13555758_1111429998917558_1247730195_o

       Além disso, são introduzidos alguns times famosos, desenvolvimento de vassouras, melhoramento das regras do jogo, o processo do acréscimo de bolas, etc. 

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       Na figura B, pode ser observado um Pomorim Dourado. Esse pássaro era utilizado, anteriormente, no lugar do pomo de ouro. Assim, como o Quadribol se tornou um jogo muito popular (e também agressivo), a espécie acabou entrando em extinção e seu uso fora proibido, mas o esporte não podia parar! Por conseguinte, um bruxo criou enfim uma bola e a batizou de pomo de ouro. Esta imitava o mesmo voo e dinâmica do Pomorim.

    Quem é fã da saga não pode perder esse livro! Ele nos traz de volta aquela sensação de estarmos perto daquele mundo. Como a rainha J.K. disse:

    As histórias que mais amamos vivem em nós para sempre, então se você retornar pelas páginas ou pela tela, Hogwarts sempre estará lá para lhe dar as boas vindas.

    Obviamente, toda explicação acima foi formulada para permanecer na atmosfera mágica do mundo de Harry Potter. É claro que nada encontrado no livro é verdadeiro. (Nota: se for um bruxo, ignore esta parte), (Nota 2: Não sei porque escrevi isso de novo).

     O livro é bem fininho, pode ser lido em até uma hora. Tenho certeza que a madame Pince ficaria satisfeita ao saber que o livro estará sendo bem aproveitado. (Nota: Acho que sei porque escrevi aquilo tudo), (Nota 2: Não confio na internet, algum trouxa pode acabar lendo esse post), (Nota 3: Não faz sentido protegê-lo), (Nota 4: Esse exemplar estará sendo disponibilizado para trouxas, senão, de que outro modo eu estaria escrevendo essa resenha?).

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    *Nox*
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