Categoria: Resenhas

[Resenha] A Seleção, Kiera Cass

16 nov

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Sinopse: Para trinta e cinco garotas, a Seleção é a chance de uma vida. É a oportunidade de ser alçada a um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha.
Para America Singer, no entanto, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás o rapaz que ama. Abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.
Então America conhece pessoalmente o príncipe – e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que nunca tinha ousado imaginar.
A Seleção (The Selection)
Editora Seguinte|368 páginas|ISBN 978-85-65765-01-5

A Seleção (AS) se trata de um exemplar de uma trilogia composta pelos seguintes títulos: A Seleção, A Elite e A Escolha.

Antes de qualquer coisa, devo dizer que a trilogia é bastante comparada com a saga Jogos Vorazes, embora, deveras, a comparação para no ponto em que as duas se denotam reality shows, e pela fome e a pobreza de determinadas “castas” (são 8 no total), o que consequentemente gera certo cenário de revolução.

As duas sagas têm valores diferentes, povos diferentes e poderes diferentes. Em Jogos Vorazes nos deparamos com um poder absolutamente centralizador, cujo presidente da então PANEM, Presidente Snow, tem o país em suas mãos e faz parecer exatamente tudo o que quiser que pareça. Já em AS, o poder amplifica-se ao rei Clarkson (o rei como poder maior, claro), na rainha Amberly e em seu filho, príncipe Maxon, assim podendo dizer que o mesmo se revela como um ser muito adorável, diferente do Presidente Snow, cujos ataques e destruições ao povo vêm de suas ordens. Em A Seleção, o terror é feito por rebeldes determinados sulistas e nortistas. Agora vamos ao que interessa! Uhul \0/

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Para darmos início a resenha, vamos conhecer um pouco do cenário por onde se passa os acontecimentos. Estamos diante de um país chamado Iléa. Antes de ser concebido a este nome, era chamado de Estado Americano da China, porque, de acordo com o livro, os Estados Unidos ficaram em dívida com a China, por conseguinte, este determinou invadi-los. Paremos por aqui essa aulinha de história, porque A Seleção narra precipuamente a respeito da tão acirrada Seleção, o que não é um fenômeno, muito menos um acaso, e sim quase como que uma cerimônia real, não tendo uma data preestabelecida para sua ocorrência.

O glorioso “porquê” desse fato é  captar 35 garotas dentre toda Iléa. No livro diz que acontece um sorteio para a escolha das 35, mas lógico que eles querem as mais lindas para fazer parte desse reality, pois além de apenas a inscrição de dados pessoais, eles tiram uma foto de cada garota. O objetivo é que o príncipe Maxon vá eliminando garotas com as quais ele menos tem afinidade, até sobrarem dez, para que assim essas dez garotas façam parte da Elite (assunto a ser tratado no segundo livro da série). Em vista disso, é marcado encontros, jantares e saídas. Imagine um garoto saindo com 35 garotas ao mesmo tempo. Pois é! Claro que uma garota por vez. A escolhida (assunto a ser tratado no terceiro livro da série) quem será nomeada princesa. Pode parecer um pouco óbvio, mas quem sabe as aparências não enganam?

Voltando ao início do livro, ficamos inquietos com a empolgação da mãe de America Singer (casta 5), uma artista que canta e toca piano excelentemente bem.  A exaltação de sua mãe vem da carta que a família Singer recebera, cujo conteúdo era uma chamada para meninas entre dezesseis a vinte anos solicitando sua inscrição na Seleção (não importava de qual casta pertencia). A princípio, America estava decida não tentar a sorte. Usar a coroa, ser princesa, ter conforto e segurança (não sabia que o palácio não era tão seguro assim até ter estado lá dentro), dentre outros tratamentos reais. Sua certeza se concretizou no dia em que Aspen (namorado secreto de America por dois anos, casta 6) insistiu para que ela se inscrevesse, porque ele se sentia um obstáculo entre sua amada e a mordomia e conforto que os dois nunca ousariam pensar em ter. E então ela foi selecionada!

“Regras demais, estrutura demais, gente demais. Eu só queria ficar sozinha com um violino”.

Já no castelo, America se vê diante dentro de uma, como ela própria diz, jaula. Sentia-se pressionada no meio de tantas garotas finas, como se não pertencesse àquele lugar, e isso era de se esperar, levando em consideração que a garota era, vulgarmente, pobre. Lá, ela tinha aulas de história e bons modos. Achava o príncipe Maxon metido e apostava que ele não se importava tanto assim para seu povo, até conhecê-lo.

 “Quando choram, as mulheres nem sempre querem que você resolva o problema. Elas só querem ser consoladas”.

Detalhe: Ao ser selecionada, America deixou de pertencer a casta 5 e se tornou uma Três!

Certa noite, a senhorita Singer sai correndo porta afora de seu quarto a procura de ar. Se esbarra com os guardas na porta do palácio que não a deixa sair e (antes mesmo de ler eu já sabia) o príncipe Maxon aparece (com uma entrada triunfal!) e ordena que os guardas abram a porta. O restinho desse primeiro encontro dos dois é segredo para você que ainda não leu. Posso assegurar que não decepciona.

“Era evidente que minha preferencia pelo outro o incomodava, mas em vez de escolher o ódio, ele demonstrou compaixão .Esse gesto me fez confiar nele”.

Em suma, não é tão abordado o quadro político e revolucionário, o que é uma pena, porém não influencia na essência do livro, e sim o estado psicológico que a Seleção causa na vida interpessoal e sentimental da queridinha do público e do príncipe, America Singer.

Casta 1: A nobreza e o Clero.

Casta 2: Celebridades, modelos, atletas profissionais, políticos, atores e oficiais.

Casta 3: A elite, educadores, filósofos, inventores, escritores, cientistas, médicos, veterinários, dentistas, arquitetos, bibliotecários, engenheiros, psicólogos, cineastas, produtores musicais e advogados.

Casta 4: Fazendeiros, joalheiros, corretores de imóveis e de seguros, chefes de cozinha, mestres de obras, proprietários e donos de restaurantes, lojas, hotéis e trabalhadores de indústrias.

Casta 5: Artistas, músicos, fotógrafos e dançarinos.

Casta 6: Secretários, serventes, governantas, costureiras, balconistas, cozinheiros e motoristas.

Casta 7: Jardineiros, pedreiros, lavradores, pessoas que limpam calhas e piscinas, e quase todos os trabalhadores braçais.

Casta 8: Pessoas com deficiência (especialmente quando desamparadas), viciados, fugitivos, sem-tetos, bastardos e traidores (acrescentei por conta própria essa última característica). As informações acima foram extraídas do seguinte link: A Seleção – Wikipédia, a enciclopédia livre

Espero que essa resenha tenha aguçado a curiosidade de vocês. Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é valida!

Obrigada pela leitura!

  • Categorias: Resenhas, Romance e Drama
  • [Resenha] A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista, Jennifer E. Smith

    6 nov

    Download-A-Probabilidade-Estatística-do-Amor-A-Primeira-Vista-Jennifer-E.-Smith-em-epub-mobi-e-pdfSinopse: Às vezes a gente tem um clic e percebe que tudo mudou. Por uma coincidência. Uma fatalidade. Ou algo trivial. Nada será como antes.  É exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. E quatro minutos podem MESMO mudar tudo.

     

     

    A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista (The Statistical Probability of Love at First Sight)
    Editora Galera Record|224 páginas|ISBN 978-85-01-09544-2

    Quem diria que quatro minutos poderia mudar tudo? Por causa de quatro minutos Hadley perde o avião para Londres onde seu pai está morando agora e irá se casar pela segunda vez. Não que não iria comparecer; ela pegaria o próximo avião. Mas mesmo se por causa do destino não chegasse a tempo, a garota não se importaria. Hadley sente mágoa por ele ter deixado ela e sua mãe e ter se mudado para o outro lado do mundo.

    Devia estar na cozinha deles em casa, vestindo as calças do pijama – as que têm um buraco no calcanhar porque são muito longas. Ou dando uma olhada nas contas no escritório, bebendo chá na caneca com a inscrição TEM POESIA?, pensando em ir lá fora para cortar grama. Na verdade, há um bom número de coisas que poderia estar fazendo neste momento, menos se casando”.

      O que a faz distrair um pouco seus pensamentos é Oliver, um garoto simpático e engraçado que conhece no aeroporto. Toda aquela ansiedade ruim de ter de comparecer no casamento de seu pai, conhecer sua nova madrasta e entrar na igreja como madrinha se amenizou quando se deu conta de que iria dos Estados Unidos até a Inglaterra sentada ao lado desse garoto pelo qual teve uma quedinha.

      Apesar da capa e sinopse bem sugestivas ao que diz respeito ao amor romântico entre adolescentes , o livro de Jennifer E. Smith aborda algo bem profundo que diz respeito entre a relação estreita de uma filha com seu pai. A garota quer que tudo volte a ser como antes, mas ao invés disso, ela se vê obrigada a aceitar aquela nova vida de seu pai. Quando chega em Londres, seu coração fica pequenininho.

    “Ela fica sem saber o que fazer com tanta alegria no olhar dele, com seu sorriso profundo. Ela congela, fica dilacerada. Parece que estão torcendo seu coração como se fosse uma toalha molhada. Sua vontade é ir embora para casa”.

      Qual seria a probabilidade estatística do amor à primeira vista? Tenho certeza que Hedley e Oliver descobriram isso juntos. Não tem como deixar a atmosfera de romance adolescente de fora.

      Assim como sua capa, o livro é muito fofo e gostoso de ler. Tudo acontece em um único dia, também podendo ser lido no mesmo tempo. Este romance é indicado para quem deseja se deliciar numa aventura delicada.

     

    Espero que essa resenha tenha aguçado a curiosidade de vocês. Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é valida!

    Obrigada pela leitura!

  • Categorias: Resenhas, Romance e Drama
  • [Resenha] Divergente, Veronica Roth

    4 nov

    Sinopse: Beatrice Prior tem 16 anos e está prestes a enfrentar o momento mais importante de sua vida, a Cerimônia de Escolha, quando decidirá à qual das cinco facções em que a sociedade é dividida irá passar o resto de seus dias: Abnegação, Amizade, Audácia, Erudição ou Franqueza. A opção significa continuar com sua família ou abandoná-la para sempre, um dilema que todos os adolescentes têm de enfrentar. Quando o teste de aptidão aponta um resultado inesperado – Divergente –, Beatrice se vê forçada a encarar uma realidade para a qual talvez não esteja preparada. Mas Tris, o nome que ela assume quando se junta à Audácia, fará de tudo para sobreviver à sua nova e violenta facção.
    Divergente (Divergent)
    Editora Rocco|504 páginas|ISBN 978-85-7980-131-0

       A primeira coisa que eu preciso dizer sobre o livro é que ele é viciante. De início eu não tinha dado nada pela história. Tinha um ano já que eu vigiava o preço abaixar, e quando finalmente abaixou, comprei a trilogia: Divergente, Insurgente e Convergente. A capa é tão basiquinha que influenciou a minha vontade de não ler. Fiquei um mês com o livro na estante. Não comecei a leitura com entusiasmo, até porque não sabia absolutamente nada da saga. Nem mesmo a orelha do livro eu li. A única finalidade do interesse no livro foi pelo seu repertório de vendas.

      Vamos falar um pouquinho sobre o livro agora. Sei que já foi lançado há um tempo (temos até uma adaptação cinematográfica), todavia, livros são eternos. Também sei que há muitas resenhas sobre ele, então não vou me alongar naquilo que é óbvio que todos sabem.

      Nós temos 5 facções nessa nova cidade de Chicago: Amizade, Erudição, Abnegação, Franqueza e Audácia. São divididas assim porque cada pessoa é designada a seguir uma linha de pensamento. Essa linha de pensamento é bem limitada, de modo que, por exemplo, os integrantes da Erudição vão buscar conhecimento, entendimento, estudo, e os da Franqueza sinceridade, lealdade, verdade. Aqueles que têm seus pensamentos direcionados para vários lados são chamados Divergentes. Alguns líderes se assustam com a abrangência de decisões, sentimentos e ideias, por isso que pode ser perigoso saber da existência de algum.

      Ao completar 16 anos, o adolescente é submetido a um teste que o ajudará a escolher uma facção. A maioria escolhe a facção de seus pais, outros se deserdam e escolhem uma facção diferente do berço onde nasceu. Foi o que aconteceu com Beatrice Prior e seu irmão Caleb Prior. Os dois nasceram na facção da Abnegação, a facção que tem a responsabilidade de governar. Um detalhe importante é que o pai deles faz parte da liderança, do governo. Com esse desvio, Caleb para Erudição e Beatrice para Audácia, as pessoas começam a duvidar do modo de ensino, educação e ética da Abnegação. Caleb ter saído da Abnegação e escolhido a Erudição não é excessivamente questionável, mas uma Careta (assim que chamam os integrantes da Abnegação) escolher a Audácia é imensamente questionável. A Abnegação, uma facção altruísta, bondosa, caridosa, humanitarista e compadecida.

      O fato é que Tris não era abnegada. Não consegui perceber no filme, mas no livro ela tem uma personalidade muito forte, e é extremamente orgulhosa, porém não deixa de ser muito corajosa. Sempre aparentou ser do contra, queria ser livre e poder fazer o que quisesse, sem se preocupar em estar infringindo alguma regra da Abnegação. Quatro, seu instrutor, já a avaliou como “dura como pedra”. Seu parecer físico não se enquadra com o tamanho de seu ego.

    “O abismo serve para nos lembrar que há um limite tênue entre a coragem e a estupidez”.

      Partindo para quando Tris escolhe a Audácia. Ela segue, após a cerimônia da escolha, para o complexo da facção junto com os novos iniciandos. Foi somente a liberdade que eles emanavam que a fez se atrair pela Audácia. Ao se deparar com os testes de iniciação, é defrontada com a notícia de que se não for bem nos testes, ela seria cortada do rol dos iniciandos e se tornaria uma sem-facção. Essa não foi a pior parte. Mal sabia ela que os testes seriam brutais. Seu conceito de liberdade, coragem e proteção se deturpou ao ter que lutar até não poder mais com outros iniciandos para passar nos testes. Apesar disso, a Audácia já foi uma facção mais justa. Há seis anos, alguns líderes mudaram o método de treinamento o tornando mais competitivo e feroz. Impressiona-me como a maldade é incrivelmente distorcida com a coragem.

    “A razão humana é capaz de justificar qualquer mal; é por isso que não devemos depender dela”.

      A partir daí, o leitor é quem fica responsável pelo resto da história. Eu só tenho agora que parabenizar a autora que nos deu a oportunidade de desfrutar de uma aventura que mexe com a gente. E claro que eu não ficaria sem falar um pouquinho do Quatro. Não quero estragar a surpresa de ninguém, mas ele é maravilhoso com todas as letras. Fiquei com um pé atrás da orelha quanto ao ator que o interpretaria, porém, quando eu o vi dando vida a esse personagem, todas as minhas especulações de desconfiança se dissiparam. Eu não posso e nem conseguiria falar o quanto ele é apaixonante.

      Nunca pensei que Divergente seria tão majestoso quanto Jogos Vorazes, porque convenhamos, não é? No entanto, é indispensável deixar bem claro que as duas sagas podem ser comparadas em certos pontos, mas eu já acho que são mínimos. Não temos um triângulo amoroso, Katniss e Tris são bem diferentes, devo dizer que o cenário aqui comparado é menos “tenso” que em JV, o inimigo não é o líder político, porém tem a ver com ideais poderosos, e por assim vai. Se eu continuar a escrever, darei spoiler. A verdade é que a trilogia de Veronica Roth tem tudo para ser um grande sucesso, tanto quanto Jogos Vorazes. Afinal, não há dúvidas que se uma nova trilogia com um quadro revolucionário aparecer por aí será comparada à majestosa trilogia de Suzanne Collins.

      Por último, e não menos importante, destaco aqui que, assim como muitas adaptações, desencontramos no filme certos momentos do livro. Mas devo dizer que mesmo assim ele não perdeu sua essência, até porque o filme é 10.

      Espero que essa resenha tenha aguçado a curiosidade de vocês. Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é valida!

    Obrigada pela leitura!

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  • [Day by Day] Especial Halloween

    31 out

    Hoje é dia de horror, minha gente! É no dia 31 de outubro que é comemorado o Halloween. Apesar de suas origens pagãs, nos dias de hoje ele é caracterizado e reconhecido como um evento que permite as pessoas de se fantasiarem. Alguns vão em festas precisamente decoradas com a temática para se confraternizarem, outros, geralmente crianças, vão às ruas bater nas portas dos vizinhos pedirem doces. E quando estes não são dados, fazem uma travessura. Por isso o Doces ou Travessuras? Para esta ocasião, separei uma listinha que combina muito com o dia de hoje.

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    Tim Burton é com certeza um gênio. Pode não fazer filmes sangrentos, mas sua percepção melancólica de olhar o mundo resulta em magníficas histórias, todas com seu nítido toque especial que reflete em nós a certeza de que Burton criou um universo próprio pesado e de humor ácido.

    vincent Vicent, 1982 – curta metragem. O curta é dublado pelo próprio Vincent Price. Este, que era grande fã de Edgar Allan Poe, atuou em várias adaptações do mesmo.

    Sweeney Todd, 2008. A primeira vez que assisti, fiquei tipo “Uau!”. Há tempos não assistia um filme assim. Sou suspeita e super fã do Tim.

     

    O Pequeno Menino Ostra e Outras Histórias, 2007. Este último é um livro de poema ilustrado pelo próprio Tim Burton.

     

    Agora sim, Leigh Whannell e James Wan são responsáveis por vários longas de terror que realmente botam medo e deixa a telinha mais red: Gritos Mortais, Sobrenatural, Jogos Mortais, entre outros.

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    Jogos Mortais não é apenas um terror gráfico clichê, que mostra muito sangue e pouca história. Claro que o filme tem muito gore, tem que ter estômago forte para enfrentar a maratona dos 7 filmes, mas, com tantas continuações, é notável seu sucesso. Esta franquia não é dispensável.

     

     

    Stephen King é o mestre literário do terror. Suas histórias não ficam apenas no papel, são tão boas que ao longo dos anos têm se tornado seriados e filmes.

     

    O Iluminado, 1977. É tão assustador quanto dizem ser. A leitura não é cansativa; o autor conduz o leitor em um ritmo assombroso.

     

     

    Por fim, eu super recomendo o canal do YouTube IP4NIC, administrado pelo Jukiba. O rapaz faz reviews de terror. Tem um talento incrível para revisar os filmes. O Jukiba é muito simpático e está sempre respondendo comentários de alguns fãs de horror. Se você também adora esse gênero, se inscreva no canal clicando na imagem abaixo:

    Obrigada pela leitura e deixe seu comentário : )

  • Categorias: Day by Day, Terror e Suspense
  • [Resenha] Caixa de Pássaros, Josh Malerman

    28 out

    CX1Sinopse: Romance de estreia de Josh Malerman, Caixa de pássaros é um thriller psicológico tenso e aterrorizante, que explora a essência do medo. Uma história que vai deixar o leitor completamente sem fôlego mesmo depois de terminar de ler.
    Basta uma olhadela para desencadear um impulso violento e incontrolável que acabará em suicídio. Ninguém é imune e ninguém sabe o que provoca essa reação nas pessoas. Cinco anos depois do surto ter começado, restaram poucos sobreviventes, entre eles Malorie e dois filhos pequenos. Ela sonha em fugir para um local onde a família possa ficar em segurança, mas a viagem que tem pela frente é assustadora: uma decisão errada e eles morrerão.

    Caixa de pássaros (Bird Box)
    Editora Intrínseca|268 páginas|ISBN 978-85-8057-652-8

      Gosto de pensar que livros de suspense não deveriam ter resenhas, e sim sinopses. Isto é, a resenha é algo mais íntimo do livro, ela é minuciosa e contém a crítica de quem escreve sobre determinada obra, já a sinopse é algo mais “superficial”, não contendo o parecer crítico de quem está escrevendo sobre. Ressalvo que precisamos aplicar a mesma atenção na sinopse quanto na resenha, pois é através de uma resenha que temos a oportunidade de despertar o interesse do leitor para que assim aconteça nele o desejo de conhecer mais sobre a determinada obra.

      E é assim que prefiro pensar sobre Caixa de Pássaros. Não quero me aprofundar em seus pontos principais, mas darei uma pincelada neles. Afinal, não quero estragar a surpresa de ninguém.

      Vou continuar com o clima de suspense. O livro é para ser lido em um fôlego só. Isso aí! Não temos calma. Todas as linhas são de pura angústia e ansiedade. A história é um mix, onde o escritor alterna entre presente e passado.

    CX

      No presente, Malorie,a personagem principal e não narradora, está descendo rio abaixo com seus dois filhos pequenos. Desde cedo, ela os ensinou a como devem sobreviver nesse mundo carecido. Os educou para que se tornassem bons ouvintes. já que é perigoso sair de casa sem fechar os olhos. Na capa já avisa ao leitor para que não abra os olhos. E por quê disso tudo? Como está escrito na orelha do livro, há algo do lado de fora. Algo que não pode ser visto, que enlouquece as pessoas e as leva a cometer atos violentos seguidos de suicídio. Quando alguém abre os olhos e vê esse algo lá fora, não fica vivo pra contar o que é, por isso ninguém tem a mais remota noção do que esse algo seja. Entretanto, no penúltimo capítulo, o leitor atinge uma ideia. Só posso dizer que consegui sentir medo e que a as situações apontam uma conclusão.

      É bem óbvio que livros de terror nem sempre tem finais felizes. O final deste aqui é uma mistura de felicidade e horror. Não tem como não se sentir repugnada com o desfecho que nos é introduzido. Não é surpresa. Vi em vários blogs a resenha de Caixa de Pássaros onde blogueiros declaram detestar o final. Mas não se enganem. Eu não disse que detestei, somente tive vontade de saber mais além do que ficou claro. Para uma história criativa e inovadora como observei ao decorrer das páginas, onde o inimigo é a própria loucura de cada um, esperava um desfecho superior do que encontramos aqui em Caixa de Pássaros.

     

      Espero que essa resenha tenha aguçado a curiosidade de vocês. Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é valida!

    Obrigada pela leitura!

  • Categorias: Resenhas, Terror e Suspense
  • Estranhos Como Eu

    27 out

      Olá, pessoal!

      Resolvi juntar tudo o que eu gosto em um lugar só. Este não será só meu espaço, mas também o de vocês, pois a intenção é compartilhar  opiniões. 

      Eu, juntamente com os colaboradores, estamos sempre em contato preparando conteúdos especiais para vocês. Nosso objetivo é discorrer sobre livros, filmes e música de modo que possamos refletir mais sobre estes.

      Se você é uma daquelas pessoas estranhas que acompanham séries como loucos, viajam nas  playlists, não param de falar nos filmes dos finais de semana e viram a noite lendo, tenham certeza de que somos tão estranhos quanto vocês.

    Estranhos Como Eu

     

     

     

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