Categoria: Terror e Suspense

[Resenha] Goosebumps: Um Dia No Parque do Terror, R.L. Stine

29 maio

um dia no parque do terrorSinopse: A família de Lizzi queria ir ao Jardim Zoológico, mas acabou se perdendo. A sorte foi ter encontrado um outro parque de diversões superlegal: o Parque do Terror. As atrações são bem assustadoras. Um brinquedo mais amedrontador que o outro.editora fundamento Mas, de repente, coisas bizarras começam a acontecer, e o que era diversão se torna real demais…

Terror Infanto Juvenil   |   96 páginas   |   Avaliação 4/5

   Lizzy, nossa narradora, embarca em uma viagem de carro com seus pais, seu irmão mais novo, Luke, e um amigo do irmão, Clay. O caminho até o Zoológico estava árduo. Se encontraram em uma estrada de terra onde não se via nada, para nenhum dos lados. Para surpresa de todos, uma placa revelando um parque de terror apareceu bem à vista de todos, e as crianças acabam convencendo seus pais a darem uma paradinha e depois continuar viagem.

“Eu também achava que o Parque do Terror podia ser um lugar legal. Eu adorava lugares assustadores” (p.10). 

   Tudo era MESMO muito assustador. Além de brinquedos sinistros, haviam animais ariscos e funcionários mascarados e apavorantes. Os três se separaram de seus pais para curtir do jeito que quisesse o parque. A cada atração que iam, mais assustado ficavam. Luke estava determinado a não demonstrar medo, então fingia achar graça depois que todo mundo já tinha gritado. Mas Lizzy sabia que havia algo errado. Os brinquedos poderiam não ser uma brincadeira.

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VIAGEM NO CAIXÃO. UM RELAXANTE PASSEIO PARA O TÚMULO.

QUEDA LIVRE. O ÚNICO BUNGEE JUMP SEM CORDA.

MUSEU DA GUILHOTINA. POR FAVOR, CUIDE DA SUA CABEÇA. 

QUEBRADO. QUER DAR UMA VOLTA MESMO ASSIM?

   O leitor pode esperar por uma diversão completa (ou não). Como avisado na capa, só entre se tiver coragem. R.L. Stine traz mais uma história para juvenis de arrepiar! A série Goosebumps é uma boa pedida quando se trata de o conteúdo não ser tão forte, explícito e maquiavélico como os quais encontramos em outros do gênero. 

   A leitura se passa com rapidez. As páginas são curtinhas, então, dependendo da sua paciência (hahaha), dá para finalizá-lo no mesmo dia. Só posso dizer que desfrutei do livro. Gosto quando o gênero mistura adolescentes e passeios hehe (conheça JOGOS MACABROS, do mesmo autor. Tem essa misturinha também *.*) Pode acontecer qualquer coisa!

Até mais!

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  • [Resenha] Joyland, Stephen King

    18 abr

    joylandSinopse: Carolina do Norte, 1973. O universitário Devin Jones começa um trabalho temporário no parque Joyland, esperando esquecer a namorada que partiu seu coração. Mas é outra garota que acaba mudando seu mundo para sempre: a vítima de um serial killer. Linda Grey foi morta no parque há anos, e diz a lenda que seu espírito ainda assombra o trem fantasma. Não demora para que Devin embarque em sua própria investigação, tentando juntar as pontas soltas do caso. O assassino ainda está à solta, mas o espírito de Linda precisa ser libertado — e para isso Dev conta com a ajuda de Mike, um menino com um dom especial e uma doença séria. O destino de uma criança e a realidade sombria da vida vêm à tona neste eletrizante mistério sobre amar e perder, sobre crescer e envelhecersuma de letras logo — e sobre aqueles que sequer tiveram a chance de passar por essas experiências porque a morte lhes chegou cedo demais.

    Drama   |   240 páginas   |   Avaliação 3/5

    “As pessoas pensam que o primeiro amor é fofo e que fica ainda mais fofo depois que passa. (…) No entanto, essa primeira mágoa é sempre a mais dolorosa, a que demora mais para cicatrizar e a que deixa a cicatriz mais visível. O que há de fofo nisso?”

       Um garoto com o coração partido chamado Devin Jones é o narrador de Joyland. Ele é um aspirante a escritor e estuda na mesma universidade da garota a qual despedaçou seu coração, Wendy. Com a chegada das férias, Devin decide se candidatar a uma vaga para trabalhar no parque de diversões Joyland. A princípio, seu plano era permanecer lá somente durante as férias de verão, mas depois que Wendy terminou com ele, o garoto repensou na opção de ficar por lá no parque por mais tempo.

    “No verão de 1973, a ideia de amar qualquer outra pessoa que não fosse Wendy Keegan parecia totalmente impossível para mim.”

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    Não demorou muito para realmente gostar daquela rotina. Mas, no fundo, sentia que havia algo errado naquele lugar. Não era nenhum segredo que um dos brinquedos chamado Horror House era assombrado, pois haviam boatos de que o fantasma da garota que tinha sido assassinada anos atrás nesse brinquedo ainda estava por lá. Seu nome era Linda Gray. O mistério de sua morte não nunca foi descoberto. Não satisfeito com a história, Devin, com a ajuda de sua amiga, garota hollywood Erin, investiga a fundo as lacunas abertas dessa incógnita.

    “Algumas pessoas escondem suas verdadeiras personalidades querido. Às vezes, dá pra perceber que estão usando máscaras, mas nem sempre. Até pessoas com intuições poderosas podem ser enganadas.”

       Joyland desata a perspectiva de que monstros ou fantasmas não são necessários para se construir o mal na história. Pode parecer que até não seja um livro do Stephen King. E pode ser que você tenha pensado a mesma coisa. A meu ver, o autor conseguiu mais uma vez nos conduzir em seu universo. Todos os capítulos têm doses perfeitas para nos deixar abismados e grudados junto ao livro até ele terminar.

    Até a próxima!

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  • Thriller Psicológico: Ninguém, de Karen Alvares

    11 abr

    ninguem-karen-alvaresSinopse: Autora revelação no gênero de terror e do elogiado thriller Alameda dos Pesadelos apresenta Ninguém, onde um jovem hacker passa seus dias à procura de horrores na Deep Web, até que o próprio Horror finalmente o encontra. E as consequências são piores que a morte.

     

    Thriller (Conto)  |   9 páginas   |   Avaliação 3/5   |   Ação E-books Editora Draco

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       Oi, gente linda!! Em parceria com a Editora Draco, nós tivemos a oportunidade de ler contos publicados pela editora. Eles são intitulados Contos do Dragão e são totalmente gratuitos! Você pode estar conhecendo a coleção AQUI. Tem para todos os tipos de gosto \0/ Eu, como fã indomável de thriller, me atraí pela sinopse de Ninguém e resolvi trazer a resenha deste para vocês.

       Ninguém é um conto bem curtinho, de 9 páginas. Apesar disso, a autora não falha e faz uso certeiro das palavras, provocando, em apenas 9 páginas, uma angústia excruciante, assim como prometido na sinopse.

       O conto exprime a dor, em primeira pessoa, através dos pensamentos da jovem hacker. O que torna a narrativa ainda mais torturante. Não é uma história longa, então, como um conto, não há um desenvolvimento complexo dos personagens. O único momento que a autora sonda é o das consequências da hacker de ter se aventurado na deep web

       Gostei da leitura! Foi curta sim, mas senti como se estivesse lendo uma cena como a de qualquer outro romance bom (cheguei até a fazer caretas kkk). Recomendo este e os outros contos porque eles, pela sua brevidade, podem ser lidos com muita rapidez, sendo também fontes de inspiração para a criatividade de vocês, caso queiram escrever contos ou romances também. 

    Conheça outros Contos do Dragão. Baixe o SEU AQUI: 

    O Presente (Espelho), Karen Alvares: Conto de Karen Alvares da série Espelho, de “Inverso” e “Reverso”. É o aniversário de sua melhor amiga, e Daniel, pela primeira vez, não consegue escolher um presente. A sugestão de sua mãe (tempos desesperados requerem medidas desesperadas!) é diferente e meio embaraçosa, e agora ele precisa enfrentar o medo, um pai desconfiado e uma irmãzinha linguaruda antes de entregar o presente. Será que Megan vai gostar?

    Despertar de um Sonho (Metrópole), Melissa de Sá: Num continente oprimido por um governo autoritário, a adolescente Lícia tenta entender o mundo à sua volta ouvindo CDs antigos e procurando músicas e fotos nos restos da banida Internet.

    Música em Suas Tranças (Athelgard), Ana Lúcia Merege: Em “O Castelo das Águias”, o que acontece entre Anna e Kieran parece ser amor à primeira vista. No entanto, fazia tempo que o mago ansiava pela chegada da mulher dos seus sonhos. Esta narrativa revela aos leitores o momento em que ele ouviu falar dela pela primeira vez.

    Sobre Guerras e Deuses (Tempos de Sangue), Eduardo Kasse: Houve um tempo em que os homens acreditavam nos deuses e clamavam por vingança contra os invasores. E, naquela noite, um halo vermelho envolveu a Lua e os guerreiros da Britannia ganharam novo ânimo, guiados por uma Rainha celta. E a história foi escrita com espadas, lanças, escudos e presas.

    Arcano XV, Ivan Mizanzuk: Esta é a história de um homem que recebe visitas noturnas de uma entidade sobrenatural. No Tarô, o Arcano XV é a carta do Diabo, que representa os perigos existentes em reprimirmos os impulsos naturais. Mas como sabemos o que é verdadeiro? Seria a natureza capaz de mentir?

    The Schroedinger Show, Carlos Orsi: Quando a avançadíssima indústria cultural do futuro resolve explorar os paradoxos da mecânica quântica, toda a galáxia treme.

    Saltimbanco, Marcelo A. Galvão: Ao fazer um pedido especial aos deuses, um jovem artista descobre que até mesmo as divindades têm um senso de humor peculiar.

    A Toca das Fadas, Clara Madrigano: Jack e seu irmão encontraram a toca das fadas. Ou é o que Jack acredita. Mas conforme sua obsessão cresce, as coisas deixam de ser divertidas, e as fadas talvez não sejam doces como o mel de que se alimentam.

    Charlotte Sometimes, Fábio Fernandes: Um homem, uma noite, um bar. O que ele faz ali? Entre os vapores do gelo seco e as névoas da amnésia, Júlio busca uma resposta para tantas dúvidas que o assombram. Mas ele pode não gostar do que vai encontrar entre os escombros da sua memória – ou será a memória de outra pessoa?

    Até a próxima!

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  • [Resenha] Não Foi Suicídio, Julianna Rioderguz

    4 jan

    nao-foi-suicidioSinopse: Belina vê sua vida virar do avesso ao presenciar um suicídio. Frio, rápido e sem explicação. Uma jovem se joga do topo de um prédio, tendo seu corpo perfurado pelos cacos de vidro da calçada. Ninguém entende como uma jovem no auge de sua vida era capaz de cometer o ato. Mas o que aparentava ser um mero suicídio, se revelou maior do que isso. Belina se vê diante de um assassino de força sobre-humana, capaz de levar a mente de suas jovens vítimas à loucura, torturando-as profundamente em sua psique.selo-editora-young Agora, ela deverá correr contra o tempo para descobrir como parar o temeroso assassino e seu cão maldito, antes que seja tarde.

     

    Drama  |  316 páginas  |  Avaliação 3/5  |  Cortesia YOUNG

       Não Foi Suicídio é oficialmente meu livro favorito da Young Editorial! Sempre digo por aqui que o que mais me chama atenção são aqueles livros com um quê de suspense, drama, terror… Me atraio muito fácil por histórias com passados sombrios, segredos de vida ou morte, mistérios de correr contra o tempo, perseguições perigosas… Porém, não é todo thriller que me conquista. Só porque o enredo possui tais misturas não quer dizer que há garantias de o livro ser bom. Por outro lado, Julianna Rioderguz optou por doses cuidadosamente pesadas na balança transformando Não Foi Suicídio em uma obra de roer os dentes, e fará cm que o leitor não se inquiete até impacientemente devorar o livro

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       Belina é uma garota que teve sua vida jogada ao acaso. Ela, junto a outros pedestres, presenciou um “suicídio”. Lá do alto de um prédio, uma desconhecida se inclinou e se jogou dali. Todos que estavam por perto não tiveram reação a não ser se inundarem de total perplexidade.

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       Belinda permaneceu com os olhos fixos na janela de onde a garota pulara. O mais estranho foi ter visto uma sobra familiar, o que a levou a crer que havia uma segunda pessoa no cômodo lá em cima com ela. E se não fosse suicídio?

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       O terreno era muito perigoso, só que não houve outro jeito. Belinda já havia entrado de cabeça nessa história e somente um milagre a salvaria. 

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       Até a próxima!

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  • [Resenha] Inferno, Dan Brown

    22 nov

    inferno-dan-brownSinopse: Neste novo e fascinante thriller Dan Brown retoma a mistura magistral de história, arte, códigos e símbolos que o consagrou em O código Da Vinci, Anjos e demônios e O símbolo perdido e faz de Inferno sua aposta mais alta até o momento. No coração da Itália, Robert Langdon, o professor de Simbologia de Harvard, é arrastado para um mundo angustiante centrado em uma das obras literárias mais duradouras e misteriosas da história: O Inferno, de Dante Alighieri. Numa corrida contra o tempo, Langdon luta contra um adversário assustador e enfrenta um enigma engenhoso que o arrasta para uma clássica paisagem de arte, passagens secretas e ciência futurística. Tendo como pano de fundo o sombrioeditora-arqueiro poema de Dante, Langdon mergulha numa caçada frenética para encontrar respostas e decidir em quem confiar, antes que o mundo que conhecemos seja destruído. 

    Suspense  |  448 páginas  |  Avaliação 5/5

      Nesta sequência eletrizante, nosso querido professor Robert Langdon acorda deitado numa das camas de um hospital em Florença sem ter a mínima ideia de como foi parar ali. Até onde se lembrava, estava em Harvard nos Estados Unidos. Não muito após despertar, foi atendido por uma doutora loira simpática chamada Sienna e outro chamado Marconi. Sem ter tempo para muitas explicações, uma mulher com cabelo espetado invadiu o quarto e deu um tiro no doutor. Com muita agilidade, Sienna puxou o professor e o conduziu para fora do quarto. Não levou muito tempo para descobrir que seu paradeiro no momento era a lindíssima Itália. Sienna os levou para seu apartamento às pressas.

      A mulher mostrou um cilindro do tamanho de uma mão adulta marcado com um ícone trilateral para Langdon, indicando o símbolo de risco biológico, o que o deixou ainda mais abalado depois da perseguição turbulenta. Sienna o convenceu de abrir o cilindro, pois insistia que quem os estivesse encalçando logo poderia achá-los, então, no calor do momento, Langdon o fez. Assim que o cilindro se abriu, o mesmo revelou um selo cilíndrico o qual escondia uma projeção do Mapa do Inferno de Sandro Botticelli de forma alterada, fazendo alusão ao poema de Dante Alighieri, A Divina Comédia, poema o qual relata sua jornada imaginária pelo inferno. A partir daí, os dois tomaram para si o selo e seu enigma e partiram em uma aventura sem saber no que iria dar. Para Robert, o mais importante eram as respostas para: Como ele foi parar lá e por quê?

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    “Os invejosos têm de subir com os olhos costurados para não cederem à cobiça; os orgulhosos devem carregar imensas pedras nas costas para se curvarem com humildade; os gulosos devem subir sem comida nem água, suportando assim uma fome excruciante; e os luxuosos devem subir em meio a labaredas de fogo, de modo a se purgarem do calor da paixão” Descrição de Robert Langdon sobre o Mapa do Inferno de Botticelli.

      Há um personagem chamado Bertrand Zobrist. Ele era um milionário, geneticista fenomenal que estava cheio de ideias e  também era apreciador de Dante. Levava muito sério a superpopulação mundial, que é o tema central desse livro de Dan Brown. Zobrist dispunha de um pensamento transumanista, ou seja, ele era a favor do uso da ciência e suas tecnologias para poder melhorar as condições humanas tornando o organismo mais resistente e superior. O homem tinha planos inimagináveis. No início do livro ficamos por dentro desses planos, pois o personagem os expôs para a doutora Sinskey, diretora da OMS – Organização Mundial de Saúde.

    A humanidade, quando não controlada, funciona como um câncer.

      Nessa aventura somos jogados em uma busca contra o tempo, pois uma temível ameaça tomava controle de tudo e todos. Langdon e Sienna tiveram que correr o mais rápido possível, pois tudo estava em jogo. A loucura era claramente exposta toda vez que eles acertavam uma pista, passavam por uma passagem secreta ou escapavam por corredores às escondidas. O que tornou a história mais intensa era que tudo acontecia em um único dia! Algo que não reluto em declarar é que é impossível adivinhar o final da história.

      Inferno foi meu segundo livro lido sobre as aventuras do professor (Leia AQUI a resenha de O Símbolo Perdido). Recentemente o filme de Inferno estreou e você não pode deixar de ler o livro que o inspirou! 

    NOVIDADE!

      Há pouco tempo Dan Brown anunciou que o quinto livro com o professor Robert Langdon tem previsão de lançamento para setembro de 2017 nos EUA. A nova aventura tem como título Origin, sem tradução até o momento.

    Assista ao trailer de Inferno:

    https://www.youtube.com/watch?v=SMMgF-8G1og

      Me tornei GRANDE fã do autor e mal posso esperar para Origin! Se você gosta de mistérios envolvendo religião, história, ciência, arte e um monte de quebra cabeças, vai simplesmente mergulhar no mundo de Langdon e ansiar mais e mais por suas aventuras!

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    Até a próxima!

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  • [Resenha] O Símbolo Perdido, Dan Brown | Maçonaria

    19 nov

    o-simbolo-perdido-resenhaSinopse: Em O símbolo perdido, o célebre professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon – eminente maçom e filantropo – a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo.  Mal’akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar podereseditora-arqueiro
    sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo. 
    Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana: o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian.

    Suspense  |  512 páginas  |  Avaliação 5/5

      Para começar, gostaria de dizer que este foi o primeiro livro de Dan Brown que li. Não prejudicou o cronograma, ou seja, não há o que se preocupar se você quer ler os livros das aventuras do professor Langdon fora da ordem de lançamento. Como eu já tinha assistido ao filme O Código da Vinci, antecessor de O Símbolo Perdido, optei em não lê-lo e pular este logo. Não aconselho ninguém a fazer o mesmo, até porque um filme omite ou até mesmo corta vários eventos que podem ser encontrados no livro. Porém, a escolha é do leitor.

      Para introduzir a resenha, aos que não sabem, Robert Langdon é um professor de Iconografia Religiosa e Simbologia na universidade Harvard, ou seja, ele estuda símbolos, imagens e códigos de todos os tipos.

    Às vezes basta uma pequena mudança de perspectiva para vermos algo familiar a uma luz completamente diferente.

      Inesperadamente, Robert recebeu um telefonema da secretária de Peter Solomon, um velho amigo, que o convidou para viajar até Washington e palestrar sobre o que ele mais sabe. Aproveitou e pediu que levasse um pacote que o próprio Peter o confiou há um tempo. O professor nunca havia aberto, pois este era o desejo de seu amigo. “Quando chegar a hora“, dizia o amigo. Robert aceitou o convite e partiu para a capital do país. O problema foi que, ao chegar lá, ele descobriu que não havia palestra alguma, e que o suposto convite foi apenas uma jogada para atraí-lo até o Capitólio (Centro Legislativo dos Estados Unidos da America).

    Vivermos no mundo sem tomarmos consciência do significado do mundo é como vaguear numa grande biblioteca sem tocar nos livros.

     o-simbolo-perdido Logo descobriu que seu amigo Peter Solomon fora sequestrado e então o professor recebeu a condição de que se não decifrasse certos enigmas para certo alguém até a meia noite daquele dia, nunca mais veria Peter vivo. Todos esses enigmas o levaria a encontrar o Símbolo Perdido, razão de todo alvoroço. Digo, literalmente.

      Um grupo de pessoas gritando fez como que um conglomerado no Capitólio, o que chamou a atenção de Robert. Viu que bem no centro da roda de pessoas havia uma mão cortada, toda tatuada marcada com símbolos da mão do mistério e um anel que pertencia a Peter Salomon, nos induzindo a pensar que a mão pertencia a seu amigo. Isso só deixou o professor mais preocupado com Peter, aceitando a proposta do certo alguém para desvendar os enigmas.

      A primeira peça do quebra cabeça estava naquela mão no chão. Os segredos e mistérios ali encontrados estavam relacionados à seita maçonaria. Tanto que os personagens que deram impulsionamento na história, Peter e Mal’akh, são maçons. Robert sabia que estava mexendo com mistérios antigos, que foram escondidos há tempos para a proteção do homem. Tudo de acordo com os pensamentos de líderes maçônicos.

    O conhecimento é uma ferramenta, e como todas as ferramentas, o seu impacto está nas mãos de quem o usa.

      Nessa busca, o professor recebeu a ajuda de Katherine Solomon, cientista e irmã de Peter, já que a polícia não quis colaborar. Chegou em suas mãos uma pirâmide maçônica. Diz que quem conseguisse decifrar os mistérios dela, chegaria a sabedoria soberana, ao poder dos Mistérios, até mesmo à apoteose, que é um estado de divindade. Claro que essa determinação absurda de que existiam coisas tais só pairava na mente de Mal’akh, mas quando se está entre a vida e a morte, não há mais nada a se fazer além de entrar no jogo. É exatamente o motivo pelo qual Robert e Katherine não desistiram de explorar esses enigmas já enterrados há décadas.

    As grandes mentes são sempre receadas pelas mentes mais pequenas.

      O Símbolo Perdido é cheio de imagens, o que configura ao leitor mais intiidade com a situação. Encontramos até uma planta de um subsolo! Particularmente, achei fantástico! O autor, Dan Brown, fez várias pesquisas cuidadosas e detalhistas, e é de imensa notoriedade isso, pois ele externa com rigorosidade tais particularidades em todos os seus livros.

    “O símbolo perdido é denso, exótico, cheio de códigos e pistas, imagens impressionantes e a dinâmica incessante que torna impossível deixá-lo de lado. Esplêndido. Outra história arrebatadora de Robert Langdon.”
    The New York Times

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    Até a próxima!

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