Categoria: Terror e Suspense

[Resenha] Horror a Vapor: Antalogia de Halloween

10 nov

horror-a-vapor-resenhaSinopse: Toda noite de Halloween, em dado momento, em algum lugar na Terra, pode-se ouvir o soar agudo de uma buzina cortando o ar acompanhado do som cortante de metal contra o metal dos trilhos e um trem rangendo sobre ele, parando em uma estação que em qualquer outra data seria inexistente. O Cattacumbs se prepara para zarpar, a próxima estação pode nos levar a qualquer lugar. Uma antologia de Halloween como selo-editora-youngnenhuma outra, cheia de suspense, horror e humor negro. Histórias horripilantes e misteriosas sobre criaturas macabras e artísticas, prontas para perturbar os seus sonhos e mudar a sua visão sobre a noite de Halloween.

Contos de Terror  |  178 páginas  |  Avaliação 3/5   | Cortesia Young Editorial

  Horror a Vapor é um livro contemplado com 10 histórias de arrepiar a espinha criadas pelos seguintes escritores: Alcimare Dalbone, Bettina Winkler, Esther Moratto, L. A. Melo, M. Csartan, Miss Nick, R Soares, Valéria Reis e Domnall September. Apesar de os contos pertencerem a autores diferentes, por algum motivo sobrenatural eles se complementam entre si.

 whatsapp-image-2016-11-09-at-13-09-53  De acordo com que vamos avançando a leitura, é perceptível as semelhança. Todas as narrativas se passam no Halloween, têm como cenário principal o trem Cattacumbs e contam com figuras familiares como o misterioso Mauricce Gustave e a tenebrosa Elena Bourlevard. Cattacumbs sempre se apresenta de maneira distinta, uma vez ao ano, a fim de fazer suas vítimas. 

“O Cattacumbs é muito mais do que está visível aos olhos. Este trem é amaldiçoado, não consegue ver?” (P. 30). 

  É interessante o fato de cada capítulo conter imagens, isso faz com que o leitor se aprofunde mais no universo ali apresentado. Além disso, há também uma breve introdução sobre cada autor.

  A antologia me deixou curiosa já pela capa e o título. Para os fãs de histórias de horror, o livro é um prato cheio! Podem esperar engolidores de facas, perseguições a crianças, sequestros, corações partidos e tudo quanto ao que se diz respeito ao universo sombrio do terror

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Contos: I. Plataforma 90, II. Posso Sentir em Meus Ossos, III. Porcelana, IV. O Sorriso Manchado de Sangue, V. A Luz no Fim do Túnel é um Trem, VI. A Viagem Macabra, VII. Locomotiva Infernal, VIII. Corações Feridos e IX. Destino Final.

 

 

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  • [Resenha] O Menino Que Desenhava Monstros | Vale a Pena?

    5 out

    o-menino-que-desenhava-monstros-resenhaSinopse: Jack Peter é um garoto de 10 anos com síndrome de Asperger que quase se afogou no mar três anos antes. Ele está convencido de que há de monstros embaixo de sua cama e à espreita em cada canto. Enquanto as pessoas ao redor de Jack são assombradas pelo que acham que estão vendo, os monstros que ele desenha em seu caderno começam a se tornar reais e podem estar relacionados a grandes tragédias que ocorreram na região. Padres são chamados, histórias são contadas, janelas batem. 

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    Terror | 260 páginas | Avaliação 2 / 5

    A História <3

      Narrado em terceira pessoa, O Menino Que Desenhava Monstros nos apresenta a família Keenan. Moravam em uma casa a beira mar localizada em um vilarejo no estado do Maine, EUA. Não recebiam muitas visitas. Estavam sempre muito isolados porque Peter Jack, o único filho do casal, tinha Síndrome de Asperger, uma doença crônica que não permite o ser humano de se socializar muito bem.

    Holly nunca soubesse do que ele gostava, nem o que ele amava. Se é que amava alguma coisa (P. 92).

    the-boy-who-drew-monsters  Um dos assuntos favoritos do garoto era falar sobre monstros. Holly já havia se acostumado com essa paranoia, porém realmente havia algo lá fora muito suspeito que fez a mulher recorrer ao marido. O homem concluiu que só poderia ser um enorme cão branco que rondava a área e se misturava em meio a neve. Como era inverno, as ruas estavam cobertas.

    Alguma coisa está tentando entrar, Tim. Entrar na casa, nas nossas vidas. Eu escuto isso o tempo todo (P. 146).

      Aos poucos, o que parecia estar apenas dentro da imaginação de Jack Peter começou a saltar dali de dentro e rondar aquela família. Holly percebeu que seu marido em nada a ajudou, além de fornecer esclarecimentos óbvios. Ela queria mais. E se culpava por ter julgado erroneamente seu filho, pois a mesma buscou ajuda com um padre e acidentalmente descobre uma história sobre espíritos solitários e sofredores presos em um navio abandonado bem perto de onde eles moravam.

    Eles acham que não estamos ouvindo, mas escutamos tudo. Acham que não estamos prestando atenção, mas vemos  tudo (P. 206).


    Havia algo de errado com seu filho, com aquela casa, com o que estava do lado de fora e tudo isso poderia estar intimamente ligado àquelas almas presas que, de vez em quando, Holly conseguia escutar gritos vindo da direção do mar.

    Não é uma fase, Tim. Não é só mais um maldito capítulo, é todo o resto da história (P. 175).

    Vale a Pena?

    o-menino-que-desenhava-monstros-resenha  A princípio, o que me convenceu foi a arte da capa e o marketing para o lançamento (que foi incrível, OMG). Não posso negar que o trabalho da editora é único e magnífico. E não para por aí! Existem mais surpresas ao decorrer das páginas. Quando você o abre, se depara com cada detalhe que fica difícil não babar! Entretanto, todo esse cuidado foi tomado para com uma história um tanto que insatisfatória. Tanto que após terminar a leitura, me contrariei com a capa.

      Foi muito difícil me aprofundar completamente na narrativa. Longe da escrita ser formal, de difícil compreensão. Particularmente, houve muitos problemas. Claro que não detalharei porque senão teriam vários spoilers aqui, mas tentarei generalizar o que me incomodou.

      Em geral, o livro apresenta uma boa proposta. Esperamos uma história de terror “sobre fantasmas, monstros, mistérios e um passado ainda mais assustador”. O início e o final tiveram seu impacto, mas seu desenvolvimento não chegou nem perto das expectativas (sabe aquela vontade de só saber o final pra então largar o livro?).

      Muitos elementos desnecessários foram inseridos e outros miseravelmente explorados. O Menino Que Desenhava Monstros deixa muito a desejar. Parece que o autor teve, vulgarmente falando, preguiça em trabalhar em cima dos monstros de Peter Jack. Ah, como eu queria mais emoção!

      Por fim, eu sei que minha impressão do livro pode ter te desanimado a ler, mas quem sabe você não gosta? Afinal, James Wan (jogos Mortais, Invocação do Mal, Quando as Luzes se Apagam, etc) aprovou! Quem sabe esse é um daquelas raras ocasiões em que o filme é melhor que o livro?

      Já leu ou quer ler? Me conta aí nos comentários e compartilhem até o dedo sangrar u.u Até a próxima :-)))))))

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  • 1º Episódio de American Horror Story 6 Temp. | Resumo e Tema

    15 set

    ahr-episode-1

      Depois de muuuuito burburinho, finalmente sabemos o tema: My Roanoke Nightmare (Meu Pesadelo em Roanoke, nota mais abaixo).

    meu-pesadelo-em-roanoke

      De acordo com o 1º episódio, a temporada será toda desenvolvida em forma de documentário. Primeiramente, temos Lilly Rabe interpretando Shelby. Ela é uma moça que está contando uma história que vivenciou com seu marido Matt em uma casa de campo.

    lilly-rabe-ahs

      Como é documentário, o show também apresenta a simulação da história vivenciada. Então, temos Sarah Paulson interpretando a Shelby verdadeira (Lilly Rabe) e Cuba Gooding Jr interpretando Matt, seu marido.

    shelby-matt

      O casal se muda para a casa no campo por considerar a cidade um local perigoso, pois Shelby perde seu bebê por conta de um susto por um assalto ao seu marido durante um passeio pelas ruas. Embora buscando uma vida nova e mais tranquila, não faziam ideia do mal que estava por vir quando compraram a casa. Barulhos estranhos, animais mortos, chuva de dentes humanos e invasões.

      *Spoiler do episódio 1* O final do episódio foi Shelby se perdendo na mata e encontrando com, ao que parece, os responsáveis pelos terríveis eventos na casa.

      Para essa sexta temporada podemos esperar algo bem diferente de tudo o que eles já tinham criado, incluindo o marketing. 

      O 1º episódio estreou ontem nos EUA às 22:00 sendo possível assistir ao vivo aqui no Brasil às 23:00. O 2º vai ao ar no dia 21, também na FX.

    Nota: Roanoke foi o nome dado à uma colônia que foi palco de um grande mistério. Ela se formou no século XVI na Carolina do norte por ingleses, mas, passando por dificuldade, o líder se viu forçado a voltar rumo a Inglaterra para buscar suprimentos. Três mais tarde quando retornou, tudo havia desaparecido. Incluindo as pessoas e tudo o que eles haviam construído.

    Vale a Pena?

      Particularmente, gostei do episódio. Não há aquela tensão e clima mórbido que encontramos em Murder House e Asylum. Achei bem light, como Coven. E com certeza tenho ótima expectativas para essa temporada, depois do fiasco que foi Hotel. O episódio não foi espetacular, mas deixou um gostinho de quero mais.

      Não houve abertura (COMOASSIM, MASOQ). É, pessoal. Parece que o Tio Ryan está escondendo algo. AHS ainda irá nos revelar mais coisas, como elenco e até mesmo o tema, porque convenhamos, não dá para compreender legal o curso da história só pelo primeiro episódio.

      Eles misturam um monte de referências e assuntos, e até agora só sabemos que terá algo relacionado a bruxaria. A julgar por alguns elementos, pode-se dizer que tem um quêzinho de As Bruxas de Blair.

    ahs-season-6

      E não, não aparece a Gaga kkkkkk Não tem ela nem o Peters nos créditos.

      P.S: A promo do episódio 2 está prometendo!!!!! Assista legendado AQUI.

      Então, tem mais novidades sobre o show? Conta aí!! 

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  • [Resenha] Terra Morta: FUGA, Tiago Toy | Zumbis

    12 set

    terra morta resenhaSinopse: Tiago é um rapaz introspectivo que sempre sonhou em viver na megalópole de São Paulo e buscar novos desafios. Só não imaginava que sua chance chegaria da pior maneira possível. Jaboticabal, sua cidade natal, é o cenário de um terrível apocalipse zumbi, uma tragédia que parece saída de um videogame ou filme de terror. Nenhum local é seguro, ninguém mais é confiável, água e comida não são mais garantidas no dia a dia. Mesmo que a mente custe a acreditar, não há tempo para duvidar da realidade. A única opção é fugir.

    editora draco selo

    Terror  |  248 páginas  |  Avaliação 3,5 / 5  |  Cortesia Editora Draco

      Oi, gente! Tudo certo? Então, eu estou participando da segunda temporada de 2016 da ação de E-books pela Editora Draco na Amazon. Se você tem um blog, canal ou IG, participe também clicando AQUI! Você recebe um e-book de uma das publicações da editora de graça!! Eu escolhi Terra Morta, como vocês já sabem haha 

      Uma cidade no interior de São Paulo foi atingida por um mal que transformava as pessoas em mortos vivos com uma tremenda fome de carne humana. Tiago (sim, o personagem principal e o autor têm o mesmo nome hsuahs), um dos sobreviventes, estava sozinho. Seu plano era fugir para a capital em busca de socorro.

    Sabemos que somos mais sortudos que espertos por continuarmos vivos (Cap. 7).

      No meio de sua fuga, ele cruzou com dezenas de “zombies”, mas também com pessoas que apenas estavam tentando sobreviver, como ele. Uma que merece destaque é a Daniela. Os dois acabaram se tornando cúmplices. Tiago, de início, relutou em aceitar caminhar junto com ela. Ele parecia muito grosseiro e ignorante, mas era compreensível pois, como tudo estava em jogo, bons modos era a última coisa a se pensar.

    A vontade de sobreviver é maior do que qualquer desconforto (Cap. 1).

      Os garotos também perceberam que o perigo não estava somente nos corpos sedentos de carne fresca que andavam sem rumo pelas ruas, mas também estava nos não infectados. Houve lutas por comida e abrigo, e todos queriam a mesma coisa. Infelizmente, os recursos estavam se acabando aos poucos, por isso só quem chegasse primeiro conseguiria não passar fome.

    Não é fácil destruir a esperança de alguém que está em total desespero (Cap. 12).

      Em razão do destino, muitos chegaram ao “topo”, mas logicamente não houve lugar para todos. Por esse motivo, Tiago teve que enfrentá-los para garantir o seu. 

    Não sou eu quem devia ditar seu destino. Não sou eu que devia cravar um facão no meio de suas cabeças para evitar ser um deles (Cap. 5).

    Vale a Pena?

    terra morta fuga resenha  Já queria ter começado a ler livros com esse tema há tempos, mas nenhum me chamou a atenção justamente por eu não achar que valeria a pena. Afinal, nunca tinha lido livros do gênero antes, mas já tinha assistido a muitos filmes, então pensei que Terra Morta seria apenas mais um livro de zombie. E, meus queridinhos, não era nada disso que eu estava pensando. Eu, sinceramente, esqueci da vida lendo o e-book. 

      Enquanto lia, me perdi um pouco nas cenas de luta corporal, parece que elas foram rápidas demais. Acredito serem as mais difíceis de descrever. Algo que me chamou muito a atenção foi a forma que os zombies eram descritos. Eu consegui imaginar a figura. Dava medo (não é brincadeira gente kkkk Tanto que evitava ler antes de dormir kkkkkk)

      O autor demonstrou, na minha humilde opinião, muito talento! Ele tinha tanto controle sobre as situações descritas que foi capaz de me prender com correntes e cadeados (kkkkkkk) Não queria largar até descobrir o final de tudo aquilo. 

      Terra Morta: Fuga tem uma continuação chamada Terra Morta: Infecção. Espero ansiosamente a oportunidade de lê-lo em breve!

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  • [Resenha] Menina Má, William March | Semente do Mal

    7 set

    menina má resenhaSinopse: Rhoda, a pequena malvada do título, é uma linda garotinha de 8 anos de idade. Mas quem vê a carinha de anjo, não suspeita do que ela é capaz. Seria ela a responsável pela morte de um coleguinha da escola? A indiferença da menina faz com que sua mãe, Christine, comece a investigar sobre crimes e psicopatas. Aos poucos, Christine consegue desvendar segredos terríveis sobre sua filha, e sobre o seu próprio passado também.darkside logo

    Terror Psicológico | 274 páginas | Avaliação 2,5/5

      Rhoda Penmark de apenas oito anos foi capaz de cometer atrocidades inimagináveis para uma garotinha de sua idade. Apesar de não ter sido submetida a abusos físicos ou psicológicos, ela se encaixa na categoria seriais killers. É muito improvável que ocorra um caso real parecido como o de Rhoda, pois, para chegarem ao patamar de assassinos em série, todos os indivíduos tiveram uma infância terrivelmente marcada. Ao contrário da garota, que nasceu e foi criada em um lar amoroso e de classe alta.

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    Vale a Pena?

      Em Menina Má, o autor não mostra o desenvolvimento da personagem no âmbito psicológico, ou seja, o autor não mostra o desenrolar da essência psicopata e assassina na criança. O leitor entra na história com essa característica já intrínseca na garota. O que acompanhamos é o momento mais crítico de Rhoda: seus passos estão sendo estudados e possivelmente seus crimes podem ser desvendados! 

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      Não que a garotinha seja esperta como um serial killer adulto quando planeja aqueles crimes e encobertas mirabolantes. A carta na manga dela é, primeiramente, sua aparência. Em poucos minutos, ela pode acabar causando um grande estrago sem muitas suspeitas. Aparentemente, Rhoda é doce, educada e comportada. A filha perfeita!

    Acho que o segredo do temperamento de Rhoda é o simples fato de ela não precisar dos outros (p. 47).

      Em segundo lugar, ela é especialista em das desculpas. A criança convence com facilidade.

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      Menina Má foi a primeira obra que ousou inserir uma criança com personalidade como tal. Na época, a editora costumeira do autor (Little Brown) recusou publicar o livro, porque a considerou perturbadora demais. Entretanto, outra acabou aceitando: Rinehart.

    […] Ela não tinha nenhuma das culpas e dos medos comuns na infância; e, era claro, não tinha qualquer capacidade de afeto, preocupando-se somente consigo mesma. […] Ela era uma fascinante espécie de animalzinho que não aceitava ser domado (p. 59).

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  • [Resenha] Jogos Macabros, de R.L. Stine

    17 ago

    jogos macabrosSinpopse: Quando o aniversário de Brendan está prestes a chegar, ele começa a planejar uma comemoração um tanto diferente na isolada ilha do Medo, onde existe um casarão de veraneio pertencente à família Fear. Rachel é uma das convidadas para passar o final de
    semana no local sombrio e, contrariando os avisos dos amigos, decide ir. No caminho,editora globo coisas estranhas já começam a acontecer e, ao chegarem à mansão, Brendan dá as coordenadas para o início de um jogo que se revelará o mais mortal de todos.
    Terror Juvenil  |  280 páginas  |  Avaliação 5/5  |  Cortesia Globo Alt

      Rachel Martin trabalha em um café após o período de estudo. É durante um de seus turnos que ela é convidada para a festa de aniversário de 18 anos pelo (lindo, maravilhoso, encantador, crush eterno) Brendan Fear. Aquilo a desconcertou bastante, pois ele nunca havia se dirigido à ela. Sem nem relutar, Rachel aceita o convite e é assim que sua melhor amiga, Amy, e seu ex, Mac, enlouquecem. 

    Só fico contente por ter descoberto o psicopata que você é (p. 40).

     livro jogos macabros Os Fear era conhecida por ter um passado tenebroso e mistérios obscuros, o que garantia todos a distância. Ninguém era louco o suficiente para se misturar àquela família. Por esse motivo, o que não faltou foram reprovações de seus amigos. Apesar disso, Rachel já estava decidida. 

      A festa, que duraria a noite toda, ocorreria na ilha do Medo na casa de Veraneio dos Fear (essa da foto. Assustadora, não é?). Para chegar lá, um barco ficou responsável pela travessia do grupo de convidados. Já estava escuro quando chegaram. Eles são levados por uma trilha de terra em meio a mata até alcançarem a casa. Chegando lá, o grupo é surpreendido com um jogo criado pelo aniversariante: cada um, junto a sua dupla, deveria procurar objetos (take a look no que tinha na lista: pernas de corvo, tarântula viva, um dedo de múmia) escondidos pela casa descritos em um envelope que receberam ao chegar. O que eles não sabiam era que o jogo se inverteria e eles que acabariam tendo que se esconder.

    Eu não tinha como saber que o pesadelo havia apenas começado (p.56).

    Vale a Pena?

      Gostei bastante do ambiente e das personagens (de novo, personagem no feminino. É estranho, né? rsrs Mas também é aceito). Tem toda aquela turma divertida, do tipo high school.

    Cada folha que soprava em meu tornozelo me assustava. Cada sombra que se movia fazia eu me encolher de medo (p. 271).

      O que mais me impressionou foi a maneira que R.L. Stine conduziu a história. Não consigo explicar o quão perfeita sua escrita é! Ele escreve cadeias que se encaixam perfeitamente nas que se sucedem. Gostei muito também do fato de não detectar aqueles tipos de parágrafos que só estão lá para encher as páginas.

      Confesso que não estava esperando gostar tanto do livro. O nome parece clichê, mas podem ter certeza de que sua história não é. Pela experiência com a leitura do autor, sei que sempre tem uma surpresinha no final, mas igual a de Jogos Macabros nunca vi! Se eu já gostava do autor, depois desse livro virei fã de carteirinha!

    Clique aqui para assistir ao vídeo:

    jogos macabros resenha

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