Categoria: Terror e Suspense

[Resenha] LONEY, Andrew Michael Hurley | Vale a Pena?

26 jul

loney resenhaSinopse: Quando os restos mortais de uma criança são descobertos durante uma tempestade de inverno numa extensão da sombria costa da Inglaterra conhecida como Loney, Smith é obrigado a confrontar acontecimentos terríveis e misteriosos ocorridos quarenta anos antes quando ainda era criança e visitou o lugar.intrinseca

Thriller | 304 páginas | Avaliação 4/5

  Ataquei fervorosamente Loney em poucos dias no meio da minha MLI 2016 hahahah A capa me chamou atenção logo de CARA e após ler a sinopse não pensava em outra coisa que não fosse “Preciso ler Loney!”. Óbvio que, com essa jacket e capa dura maravilhosa, e também por ser lançamento, o livro não só chamou minha atenção, mas teve uma aceitação incrível do público, consagrando-o como um dos lançamentos queridinhos do momento. Eu acabei lendo-o no formato e-book.

História <3

  O Livro aborda um tipo de cenário que tem tudo para parecer monótono, mas isso com certeza está fora do cardápio. Uma casa no meio do nada. Sim. Os mesmos rostos em todos os capítulos e diálogos e mais diálogos nesse pequeno espaço em que as personagens (sim, personagem é no feminino, mas não é pecado quando no masculino :p) dispunham. É interessante quando um escritor consegue fazer isso, digo, mover a história mais por meio de diálogos do que por acréscimos de espaço, tempo e personagens.

  Na narrativa, um garoto que chamam apenas de Tonto, nosso narrador, parte com a família e mais um grupinho de pessoas de uma igreja católica em direção a um lugar chamado Loney em função de um retiro de Páscoa. Sua mãe acredita que tal lugar seria a cura para a mudez de seu irmão chamado ora Andrew, ora Hanny. A mulher, muito religiosa, acreditava que lá ele receberia esse milagre.

Ela estava convencida de que lá – e somente lá – Hanny teria alguma chance de ser curado.

  A maior parte da ação e desenvolvimento do livro fica por conta de Tonto e seu irmão. Como eram apenas crianças, os dois se aventuravam explorando as redondezas do lugar. Durante essas andanças, se envolveram sem querer com alguns vizinhos nada gradáveis e muito suspeitos. Era dever de Tonto proteger seu irmão, se alguma coisa acontecesse a ele… sabe-se lá o que sua mão era capaz de fazer. 

Era impossível conhecer de verdade o Loney. O lugar mudava a cada afluxo e recuo das águas, e as marés revelavam os esqueletos daqueles que pensaram que poderiam escapar das suas traiçoeiras correntes. Ninguém jamais chegava perto da água. Isto é, ninguém exceto nós.

  Observação: Em Loney, o momento presente, Tonto e Hanny/Andrew já estão adultos. Tais fatos acima aconteceram anos e anos após o presente, lá pelos anos 70. Ele acaba se lembrando do que viveu com seu irmão, pois houve um assassinato recentemente em Loney. Tonto não teve essas lembranças a toa. Alguma coisa aconteceu que o assombra desde então, mesmo 4o anos após tudo que aconteceu.

Quanto mais a gente tenta esquecer, mais se lembra. Os pecados são assim, não?.

Vale a Pena?

  Dizem que a leitura flui bem mais rápido com e-books, e confirmo que comigo essa colou. Comecei Loney para descansar de Tempo É Dinheiro, de Lionel Shriver (ô leiturinha cansativa!). E não é que fiz as apostas certas? Além de descansar, eu curti cada momento.

  Loney apresenta uma narrativa bem descritiva e bastante diálogos. Enquanto lia ansiava por ação, alguma coisa que arrancasse meu fôlego. O autor criou o cenário perfeito para isso, porém, o que faltou foi exatamente mais “movimento”. Digo, a cada capítulo que lia ficava esperando alguma coisa aparecer e me morder desprevenida, sabe? Aquele momento em que a gente está até com serenidade no olhar, e de repente PÁH!, mas não. O final é por igual maneira de desenvolvimento que ocorreu durante toda narrativa do livro.

  Obviamente, o livro não se comprometeu pelo seu final, mas senti que faltava alguma coisa. Aqui, a emoção não é manifestada nos desfechos, mas trabalhada como um todo em cada capítulo, cada linha. 

  Será que Loney vale a pena? Daria uma chance ao livro? Se já leu, foi uma leitura proveitosa? Se não, lhe dou mais alguns motivos para lê-lo:

Loney não é apenas bom, é sensacional. Uma extraordinária obra de ficção.

Stephen King

Passei uma noite em claro lendo Loney, e o livro me assombra desde então.

The Daily Telegraph

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  • [Resenha] Objetos Cortantes, Sabe O Que Eles Cortam? Gillian Flynn

    17 jun

    Objetos Cortantes resenhaRecém-saída de um hospital psiquiátrico, onde foi internada para tratar a tendência à automutilação que deixou seu corpo todo marcado, a repórter de um jornal sem prestígio em Chicago, Camille Preaker, tem um novo desafio pela frente. Frank Curry, o editor-chefe da publicação, pede que ela retorne à cidade onde nasceu para cobrir o caso de uma menina assassinada e outra misteriosamente desaparecida. Desde que deixou a pequena Wind Gap, no Missouri, oito anos antes, Camille quase não falou com a mãe neurótica, o padrasto e a meia-irmã, praticamente uma intrinsecadesconhecida. Entrevistando velhos conhecidos e recém-chegados a fim de aprofundar as investigações e elaborar sua matéria, a jornalista relembra a infância e a adolescência conturbadas e aos poucos desvenda os segredos de sua família, quase tão macabros quanto as cicatrizes sob suas roupas.

    Thriller  |  256 páginas  |  Avaliação 2/5

      Camille Preaker é a narradora em Objetos Cortantes. Trabalha em um Jornal em Chicago que não está indo muito bem nos negócios. Seu chefe, ao tomar consciência de que uma história sobre sequestro e assassinato de criança poderia proporcionar mais fama e alavancar as vendas, imediatamente direciona a mulher para a cidade dos crimes: Wind Gap. Apesar de relutar, o chefe, cego por sua certeza de uma matéria brilhante, a convence. O fato é que Wind Gap é a cidade na qual Camille crescera, lugar onde habitam vários segredos do passado, os quais ainda lhe causam arrepios. Voltar lá seria como abrir uma ferida já cicatrizada há tempos.

    Era o lugar onde minha irmã morrera, o lugar onde eu começara a me cortar. Uma cidade tão sufocante e pequena que todos os dias você esbarrava em pessoas que odiava (p. 79).

      Chegando lá, Camille se hospedou na casa de sua mãe, Adora. Ela morava com seu marido, Alan e a filha Amma. Amma era sua meio irmã. Os pais eram diferentes. Depois de tanto tempo sem pisar ali, percebeu que não era tão bem vinda quanto esperava ser, mas isso não a afetou. Além do mais, nunca fora tão chegada na mãe assim. Camille estava determinada a continuar suas investigações; fazer a matéria e nunca mais voltar lá.

      Não bastasse o motivo pelo qual tinha para visitar Win Gap, logo apareceu outro. Mais uma criança foi encontrada morta com as mesmas condições que a anterior. A cidade inteira se desesperou. O receio de deixar os filhos saírem de casa sozinhos aumentou. As poucas pessoas que abrira espaço para as interrogações de Camille pareciam ter fechado as portas de vez. As coisas também pioraram quando ela percebeu que seu segredinho cortante poderia ser descoberto por quem ela mais tentou esconder. 

    Confrontada com toda aquela carne macia, eu podia sentir minha pele começar a tagarelar (p. 155).

      Mais um livro da Gillian que não me atingiu do jeito que esperava. O desfecho foi um piscar de olhos que nem deu para sentir o gosto. A autora pecou nesse ponto. Deu a parecer que ela foi empurrando o final com preguiça. Vale lembrar que Objetos Cortantes é seu romance de estreia e isso, acredito eu, fez com que a dosagem de certos elementos não fosse bem calculada, entretanto não é de todo um livro ruim.

    “Dizer que esse é um romance de estreia maravilhoso é pouco. Não leio uma saga familiar tão aterrorizante há mais ou menos 30 anos.”
    Stephen King
    “Flynn tem um olhar implacável para a imperfeição humana e para o mal que nos circunda.”
    The Washington Post
    “Desde a primeira linha o leitor sabe que está nas mãos de uma escritora talentosa e completa.”
    The Boston Globe

    LEIA AQUI o primeiro capítulo de OBJETOS CORTANTES.

    Leia aqui nossa resenha de GAROTA EXEMPLAR.

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  • [Resenha] Goosebumps: Acampamento Fantasma, R.L. Stine

    24 dez

    acampamento fantasmaSinopse: Piada sem graça! Harry e seu irmão Alex querem muito fazer amizade com o pessoal no Acampamento do Espírito da Lua. Mas o lugar tem algumas tradições estranhas: a saudação boba, o cumprimento esquisito e o jeito como os campistas mais antigos gostam de pregar peças nos recém-chegados. Pouco a pouco, as brincadeiras começam a ficar estranhas, perigosas… e bem assustadoras! Primeiro, uma menina põeeditora fundamento o braço na fogueira. Depois, um garoto enfia uma estaca no pé… Mas é tudo brincadeira! Ou será que não?

    Terror Infanto Juvenil  |  88 páginas  |  Avaliação 4 / 5

      Desde muito tempo a Editora Fundamento vem lançando os livros da coleção Goosebumps, mas somente agora estes tomaram uma proporção maior de popularidade em razão de sua adaptação cinematográfica lançada dia 22 de outubro desse ano: Goosebumps: Monstros e Arrepios. Particularmente, já conhecia os livros, no entanto só agora que tive a oportunidade de ler um. E não me decepcionei, ao contrário, me fez querer completar minha coleção!

    A História <3

      Harry e Alex são irmãos e estão a caminho do Acampamento do Espírito da Lua. Assim que chegaram lá, foram surpreendidos por um silêncio amedrontador. Até pensaram que o acampamento poderia ter esquecido da chegada dos dois. Mas logo depois os outros campistas surgiram e se divertiram fazendo uma pegadinha com os irmãos. Eles percebem que o acampamento era cheio de tradições, como por exemplo, histórias de fantasmas ao redor da fogueira e comprimentos bobos. Quanto mais tempo passavam ali, mais Alex queria ficar e Harry dar o fora. Mas o garoto percebeu que lá poderia acabar sendo divertido, só não conseguia esquecer das coisas sinistras que achava que via.

    A estaca pontuda tinha perfurado a prendido o peito do pé de Sam no chão(…). Com calma, ele puxou a estaca do pé com as duas mãos.
    Soltei um gemido, porque o meu pé doeu, acho que por solidariedade.

      Ao menos que isso fosse realmente coisa da cabeça de Harry, o garoto esqueceria sua ideia de sair dali, todavia não foi isso que aconteceu. Continuava a ver um monte de coisas macabras que acontecia com os campistas, e foi aí que descobriu de todos eram fantasmas. Harry, em desespero, correu com Alex em seu calcanhar. Mas eles não deixariam que os irmãos fugissem assim sem mais nem menos. (Disso podem ter certeza!)

    Vale a Pena?

      Todos os livros dessa coleção têm clichês típicos do gênero terror, mas é certo que não há como fugir deles. O modo como R.L. Stine mescla tais estereótipos com crianças e adolescentes faz parecer mais cômico do que aterrorizante, e isso se destaca nos livros do autor. Ele escreve terror para jovens de modo que não predomine sexo, violência intensa ou drogas. Eu mesma cheguei a dar muitas risadas com Harry.

    goosebumps__140226182419   Clique na imagem para assistir ao trailer do filme.

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  • [Day by Day] Especial Halloween

    31 out

    Hoje é dia de horror, minha gente! É no dia 31 de outubro que é comemorado o Halloween. Apesar de suas origens pagãs, nos dias de hoje ele é caracterizado e reconhecido como um evento que permite as pessoas de se fantasiarem. Alguns vão em festas precisamente decoradas com a temática para se confraternizarem, outros, geralmente crianças, vão às ruas bater nas portas dos vizinhos pedirem doces. E quando estes não são dados, fazem uma travessura. Por isso o Doces ou Travessuras? Para esta ocasião, separei uma listinha que combina muito com o dia de hoje.

    halloween

    Tim Burton é com certeza um gênio. Pode não fazer filmes sangrentos, mas sua percepção melancólica de olhar o mundo resulta em magníficas histórias, todas com seu nítido toque especial que reflete em nós a certeza de que Burton criou um universo próprio pesado e de humor ácido.

    vincent Vicent, 1982 – curta metragem. O curta é dublado pelo próprio Vincent Price. Este, que era grande fã de Edgar Allan Poe, atuou em várias adaptações do mesmo.

    Sweeney Todd, 2008. A primeira vez que assisti, fiquei tipo “Uau!”. Há tempos não assistia um filme assim. Sou suspeita e super fã do Tim.

     

    O Pequeno Menino Ostra e Outras Histórias, 2007. Este último é um livro de poema ilustrado pelo próprio Tim Burton.

     

    Agora sim, Leigh Whannell e James Wan são responsáveis por vários longas de terror que realmente botam medo e deixa a telinha mais red: Gritos Mortais, Sobrenatural, Jogos Mortais, entre outros.

    Jigsaw_character

    Jogos Mortais não é apenas um terror gráfico clichê, que mostra muito sangue e pouca história. Claro que o filme tem muito gore, tem que ter estômago forte para enfrentar a maratona dos 7 filmes, mas, com tantas continuações, é notável seu sucesso. Esta franquia não é dispensável.

     

     

    Stephen King é o mestre literário do terror. Suas histórias não ficam apenas no papel, são tão boas que ao longo dos anos têm se tornado seriados e filmes.

     

    O Iluminado, 1977. É tão assustador quanto dizem ser. A leitura não é cansativa; o autor conduz o leitor em um ritmo assombroso.

     

     

    Por fim, eu super recomendo o canal do YouTube IP4NIC, administrado pelo Jukiba. O rapaz faz reviews de terror. Tem um talento incrível para revisar os filmes. O Jukiba é muito simpático e está sempre respondendo comentários de alguns fãs de horror. Se você também adora esse gênero, se inscreva no canal clicando na imagem abaixo:

    Obrigada pela leitura e deixe seu comentário : )

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  • [Resenha] Caixa de Pássaros, Josh Malerman

    28 out

    CX1Sinopse: Romance de estreia de Josh Malerman, Caixa de pássaros é um thriller psicológico tenso e aterrorizante, que explora a essência do medo. Uma história que vai deixar o leitor completamente sem fôlego mesmo depois de terminar de ler.
    Basta uma olhadela para desencadear um impulso violento e incontrolável que acabará em suicídio. Ninguém é imune e ninguém sabe o que provoca essa reação nas pessoas. Cinco anos depois do surto ter começado, restaram poucos sobreviventes, entre eles Malorie e dois filhos pequenos. Ela sonha em fugir para um local onde a família possa ficar em segurança, mas a viagem que tem pela frente é assustadora: uma decisão errada e eles morrerão.

    Caixa de pássaros (Bird Box)
    Editora Intrínseca|268 páginas|ISBN 978-85-8057-652-8

      Gosto de pensar que livros de suspense não deveriam ter resenhas, e sim sinopses. Isto é, a resenha é algo mais íntimo do livro, ela é minuciosa e contém a crítica de quem escreve sobre determinada obra, já a sinopse é algo mais “superficial”, não contendo o parecer crítico de quem está escrevendo sobre. Ressalvo que precisamos aplicar a mesma atenção na sinopse quanto na resenha, pois é através de uma resenha que temos a oportunidade de despertar o interesse do leitor para que assim aconteça nele o desejo de conhecer mais sobre a determinada obra.

      E é assim que prefiro pensar sobre Caixa de Pássaros. Não quero me aprofundar em seus pontos principais, mas darei uma pincelada neles. Afinal, não quero estragar a surpresa de ninguém.

      Vou continuar com o clima de suspense. O livro é para ser lido em um fôlego só. Isso aí! Não temos calma. Todas as linhas são de pura angústia e ansiedade. A história é um mix, onde o escritor alterna entre presente e passado.

    CX

      No presente, Malorie,a personagem principal e não narradora, está descendo rio abaixo com seus dois filhos pequenos. Desde cedo, ela os ensinou a como devem sobreviver nesse mundo carecido. Os educou para que se tornassem bons ouvintes. já que é perigoso sair de casa sem fechar os olhos. Na capa já avisa ao leitor para que não abra os olhos. E por quê disso tudo? Como está escrito na orelha do livro, há algo do lado de fora. Algo que não pode ser visto, que enlouquece as pessoas e as leva a cometer atos violentos seguidos de suicídio. Quando alguém abre os olhos e vê esse algo lá fora, não fica vivo pra contar o que é, por isso ninguém tem a mais remota noção do que esse algo seja. Entretanto, no penúltimo capítulo, o leitor atinge uma ideia. Só posso dizer que consegui sentir medo e que a as situações apontam uma conclusão.

      É bem óbvio que livros de terror nem sempre tem finais felizes. O final deste aqui é uma mistura de felicidade e horror. Não tem como não se sentir repugnada com o desfecho que nos é introduzido. Não é surpresa. Vi em vários blogs a resenha de Caixa de Pássaros onde blogueiros declaram detestar o final. Mas não se enganem. Eu não disse que detestei, somente tive vontade de saber mais além do que ficou claro. Para uma história criativa e inovadora como observei ao decorrer das páginas, onde o inimigo é a própria loucura de cada um, esperava um desfecho superior do que encontramos aqui em Caixa de Pássaros.

     

      Espero que essa resenha tenha aguçado a curiosidade de vocês. Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é valida!

    Obrigada pela leitura!

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  • Estranhos Como Eu

    27 out

      Olá, pessoal!

      Resolvi juntar tudo o que eu gosto em um lugar só. Este não será só meu espaço, mas também o de vocês, pois a intenção é compartilhar  opiniões. 

      Eu, juntamente com os colaboradores, estamos sempre em contato preparando conteúdos especiais para vocês. Nosso objetivo é discorrer sobre livros, filmes e música de modo que possamos refletir mais sobre estes.

      Se você é uma daquelas pessoas estranhas que acompanham séries como loucos, viajam nas  playlists, não param de falar nos filmes dos finais de semana e viram a noite lendo, tenham certeza de que somos tão estranhos quanto vocês.

    Estranhos Como Eu

     

     

     

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