[Resenha] Belo Desastre, Jamie McGuire | New Adult

24 out

belo-desastre-resenha Sinopse: Abby acredita que seu passado sombrio está bem distante, mas, quando se muda para uma nova cidade com America, sua melhor amiga, para cursar a faculdade, seu recomeço é rapidamente ameaçado pelo bad boy da universidade. Travis Maddox, com seu abdômeneditora-verus definido e seus braços tatuados, é exatamente o que Abby precisa – e deseja – evitar. Ele passa as noites ganhando dinheiro em um clube da luta e os dias seduzindo as garotas da faculdade. Intrigado com a resistência de Abby ao seu charme, Travis a atrai com uma aposta. Qualquer que seja o resultado da aposta, Travis nem imagina que finalmente encontrou uma adversária à altura.

New Adult | 392 páginas | Avaliação 3 / 5

  A escritora Jamie McGuire levou à loucura todos os leitores com o livro Belo Desastre. Uma narrativa pra lá de entusiasmante para quem gosta do gênero. Particularmente, foi a primeira vez que leio um New Adult, e posso dizer que esta história me surpreendeu. Tal gênero tem sido, por muitas das vezes, erroneamente interpretado. O New Adult tem seu conteúdo voltado a ambientes mais juvenis, provocando desejo de novas descobertas e própria independência.

  Nossa narradora é Abby Abernathy, uma garota aparentemente normal, a não ser pelo fato que a diferencia de praticamente todas as outras: não está interessada em Travis Maddox. Sua prima America namora o primo de Travis, Shepley. Isso faz com que Abby veja Travis constantemente. O rapaz era daquele tipo que enlouquecia qualquer garota. Alto, musculoso, tatuado, confiante e dono de uma moto Harley Night Rod. Tinha pinta de cafajeste, e mesmo assim elas caiam aos seus pés. Depois de satisfazer seus desejos, ele as ignorava. Era sempre a mesma história. Isso justificava o fato do garoto ser muito seguro de si, quase invulnerável.

– Você não faz o tipo dela – America disse, mudando de estratégia.
Travis se fez de ofendido.
– Eu faço o tipo de todas!.

  Quando não, Travis joga uma de suas cantadas baratas para cima de Abby, cuja garota não o cede, ignorando completamente suas tentativas. Apesar disso, ele não desiste dela e corre atrás desse objetivo com unhas e dentes. Afinal, um rapaz com uma fama como a dele tem contribuirá de que maneira às expectativas de uma moça?

Eu tinha mais influência sobre ele do que jamais achei que fosse possível.
Eu havia me tornado a fraqueza de Travis.

  belo-desastre

O romance entre Travis e Abby revela-se atraente, prendendo com muita absoluta certeza nossa atenção ao que está sendo descrito. Eles descobrem que têm muito mais coisas em comum do que imaginam. Presenciamos um Travis irrefutavelmente imprevisível.  O homem confiante até então teria suas estruturas abaladas pela única garota que não caira em seus jogos de sedução.

É perigoso precisar tanto de alguém (…) Vocês são um desastre.
Eu sei que a gente tem problemas, tá? Sou impulsivo, esquentado, e você me faz perder a cabeça como ninguém.

  Estejam preparados para conhecerem Abby e Travis, pois uma vez que você começa a ler, não quer largar até terminar.

“Não era apenas eu nem apenas ele – era o que nós dois formávamos juntos.”

Ou seja, um desastre um belo maravilhoso sexy desastre.

Até a próxima!!

  • Categorias: Resenhas, Romance e Drama
  • [Resenha] Não Pare! – Livro 1, FML Pepper | Romance Sobrenatural

    18 out

    nao-pare-resenhaSinopse: Nina Scott não suportava mais a vida nômade e solitária que sua mãe, Stela, a obrigava a ter. Mudar de cidade ou de país a cada piscar de olhos. Agora, aos 16 anos, a garota exigia saber por quê. E, para sua péssima sorte, elas já estavam a caminho! O que explicaria os paralisantes calafrios, a perda de visão e de memória que experimentava sempre que alguém morria ao seu redor? O que ela teria a ver com os bizarros e sobrenaturais acontecimentos? Estariam eles interligados? Seria a Morte sua companheira para toda a vida? É chegada a hora da verdade.

    editora-valentina

    Fantasia | 280 páginas | Avaliação 2 / 5

      Nina e Stela viviam se mudando. Pulavam de país em país porque toda vez que cruzavam com pessoas e situações estranhamente suspeitas, Stela surtava de medo! Tinha receio de algo ruim acontecer com ela e sua filha. Nina, de tanto “fugir” por causa da paranoia de sua mãe, não tivera uma vida normal. Era tanta correria que todas as vezes em que se ajustara em algum lugar, Stela vinha com a ideia de ir embora, e nada a fazia trocar de ideia. Mas isso acabou quando chegaram em Nova York.

    Pela primeira vez em minha vida, daria pra fazer planos para o dia seguinte, começar algo e não ter que abandonar logo em seguida.

      Nina se considerava a pessoa mais azarada do mundo. Dava razão para sua mãe temer, mas achava também que as duas precisavam se ajustar à um lugar, não importasse como. Tanto que, quando esbarrou em um pequeno acidente, se manteve quieta, pois não queria que sua mãe soubesse e eles tiverem que se mudar novamente.

      Se adapta perfeitamente na escola. Faz amizade com uma garota (que provavelmente não tinha amigos, porque depois de Nina nunca a vi com mais ninguém), conhece um “anjo” de olhos azuis (é como a garota chama um carinha que tá a fim dela) e é aceita em um emprego em uma livraria!

      Até eu suspeitaria com tanta coisa boa acontecendo (ahhh!). Richard, um rapaz muito ignorante, bruto e metido a espertinho cruza seu caminho e parece ter prazer em infernizá-la. E não apenas isso, as coisas começam a ficar bem sérias quando as palavras morte e vida começam a ser confundidas.

    Os minutos seguintes pareciam horas, e as horas, dias. A espera de algo ruim é realmente dolorida, lenta.

    Vale a Pena?

      Quem me conhece sabe que eu sou muito sincera (kkkkkkk) então, sinceramente, o livro não causou muito impacto em mim (Me desculpe, agora é questão de gosto). Houve várias coisas que me incomodaram, vou tentar listar algumas.

     nao-pare Bom, a gente acha que a mãe da Nina é paranoica, mas a garota é o dobro! Tem uma parte no livro (não darei spoilers) que ela começa a trocar e-mails, e por conta disso pensa até que vai morrer! O que nos leva a reparar o quanto Nina é dramática. Podemos perceber isso com muita facilidade a partir dos incidentes que ela passou (acreditem ou não, fez um escândalo por um pacote de bala) e também por conta do livro ser escrito em primeira pessoa (adivinha quem é a narradora? :-)).

      Outra coisa é o rumo que o livro tomou. Estava tudo bem até jorrarem muita informação fantástica, sabe? De outros mundos além do nosso, outros seres… Aí a autora realmente me pegou. Não fazia ideia do que estava por vir!

      Ahhh, só pra finalizar, eu fiquei tão confusa com o Richard. Ele é mais confuso que eu quando entra em uma livraria! Uma hora tá ok, outra hora pirando, quer matar os outros, depois tá todo sorrisos… Mds, esse Richard kkkkkk

      Não digo que Não Pare! seja ruim, mas realmente me incomodou em certos aspectos (como alguns listados aí em cima). Talvez eu que não estava no clima de livros fantásticos. Aconteceu comigo uma vez ao ler Tony E Susan em uma época que tinha perdido um amigo :/ Mas esse é um assunto pra outra hora.

      Agora TÔ CURIOSA! Me conta o que acha\achou desse livro 😀 Beijooos!

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  • Categorias: Resenhas, Romance e Drama
  • [Resenha] A Nerd e o Cafajeste, Valéria Reis | Romance Água com Açúcar

    14 out

    a-nerd-e-o-cafajeste-capaSinopse: Júlia é uma menina órfã, deprimida e sem graça. Trabalha, estuda, lê, conversa com as amigas e morre de medo de praticamente tudo. Sua vida é um verdadeiro tédio, mas tudo pode mudar!  Com o começo da reforma da loja em que ela trabalha, seu amor platônico – o pintor – pode estar mais perto do que deveria. Um amor lindo, perfeito e eterno surge… Só que não! Poderá Júlia amar além de seus medos? Confiar além de suas perdas? Aventurar-se além de um romance juvenil?

    selo-editora-young
    Romance | 240 páginas | Avaliação 2 / 5 | Cortesia Editorial Young

    Jhony era lindo, sorriso perfeito, jeito de moleque, extrovertido, apaixonante e cafajeste, do tipo que pega
    qualquer uma, ou seja, se namorasse com ele seria traída e sofreria ou seria trocada por outra rapidinho (P. 48).

      Júlia é nossa protagonista. Ela é descrita como uma personagem profundamente desinteressante. A garota pela qual os caras nunca se interessariam, e eis que, num passe de mágica surge um príncipe (SQN) charmoso, atraente, simpático, enfim, do jeito que arranca suspiros. Seu nome era Jhony. Trabalhava na reforma em uma loja que a garota trabalhava. O pior: ele era seu amor platônico.

    Tenho certeza de que se ele trabalhasse como vendedor da Magia em Cores, conseguiria vender todos os vestidos com apenas um sorriso e um elogio a cada cliente que entrasse (P. 27).

      Gente, (curta e grossa) ele é bem cafajeste mesmo (já vou cortar a moralzinha dele logo de início kkkkkkk). Primeiro, Jhony tem uma vontade de ficar com a Júlia que não sei da onde que saiu. Segundo, tenta beijá-la de repente, em um momento totalmente inapropriado (pense também no clima, que nem tinha). E terceiro, nenhum dos dois tinha a mínima intimidade, nem pra conversar (ok, conversaram, mas muuuuito pouco), o Jhony meio que se declara para ela (fazendo jus a seu título de cafajeste kkkkkk).

    Cada um demonstra de um jeito diferente, mas os sinais mais evidentes são: ele irá te olhar de um jeito doce, te protegerá, tentará fazer coisas grandiosas para chamar sua atenção e vai sorrir depois dos seus beijos (P. 107). 

      Não preciso nem dizer que a Júlia se derreteu totalmente. O que nos mantém lendo é a vontade de entender como surgiu essa paixão toda e até onde esse amor os leva (bom, pelo menos foi o que despertou em mim). O enredo à primeira vista é bem clichê. Leia abaixo se A Nerd e o Cafajeste vale a pena!

    Se me perguntassem alguns anos antes qual o homem perfeito eu responderia: Educado, que goste de livros, romântico, carinhoso, calmo, que me transmita paz, um príncipe… Mas ali naquela cachoeira eu pensei: “eu não quero nenhuma cópia minha por perto, quero alguém diferente que abale minha estrutura com apenas um olhar (P. 91).

    Vale a Pena?

      A intenção da autora é boa. É aquele clichê de: os opostos que se atraem. O enredo é até bem simples. Daqueles que a gente chama de “água com açúcar“, porém não me convenceu; é meio fantasiado. O lance entre o casal aconteceu tão rápido que não deu tempo de processar se eles realmente se gostavam, e, quando não, os dois estão lá a um passo de dizer eu te amo.

      Não gosto desses romances que as coisas acontecem num passe de mágica, sem um desenvolvimento. Ok, houve uma reviravolta, mas a mesma de longe chega a ser bem elaborada. Nada que já não tenhamos visto.

      Pra quem tem o gosto por romances mais adultos (eeeeu), esse livro não vai satisfazer nem um pouco. Não descarto totalmente o livro. Digo porque, como sempre menciono aqui, é um erro tremendo confundir gosto com qualidade. E romances desse tipo não fazem a minha praia (mds, oq ta contesendu com essa menina que tá usando gíria kkkkkkk).

      Por fim, a autora escreve muito bem e mostrou que sabia qual caminho queria traçar, mas, por ser fofo demais (beirando aquele “É mentiroso demais, isso nunca vai existir”), acabei não curtindo. Recomendo para quem gosta de romances leves (desculpa, eu sou trevosa, gente kkkkkkkkk coração de pedra, elsa, rainha do gelo kkkkkkkk).

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    a-nerd-e-o-cafajeste

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    Até a próxima!!

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  • Categorias: Resenhas, Romance e Drama
  • Por Onde Começar? American Horror Story

    10 out


    Murder House – 1º Temporada

       Como o próprio diretor disse, as temporadas seriam independentes (Ou seja, uma história diferente para cada season). As pessoas se acostumaram a começar a assistir por qualquer temporada porque, pelo senso comum, não prejudicaria. Porém, eu aconselho ferozmente a não fazerem isso!

       Se você quer começar a acompanhar AHS, minha dica é: comece do começo! Existem vários motivos para isso. Vou listar alguns:

       1. Durante as temporadas que se sucedem, existem muitos flashbacks e referências interligando-as. A 1º está ligada à 3º, a 2º à 4º, por exemplo.

       (Estava cheia de receios quanto a 6º, que acabou de lançar, pois a Lady Gaga estaria também e, sla, ai cara, não gostei dela…

    ahs choro

       … mas manoooo, do céu, como a temporada tá incrível! Tá prometendo!!!).

       Só uma observaçãozinha: li vários comentários em que os estrangeiros também externavam saudades pela musa star Jessica e desejariam que ela retornasse <3 Não há confirmação sobre sua volta ou aparições, mas quem sabe…

    soul away
       2. 
    Acompanhamos a evolução e transformação das personagens pelo ponto de vista escolhido pelo diretor. Mesmo todas sendo independentes, existem motivos para cada uma delas serem lançadas na ordem que foram. Vamos combinar que é legal sermos surpreendidos 😉

    bem feito sister jude

    Alguns personagens:

    lana sofrida banana

    2º Asylum – Lana Sofrida Banana Winters.

    bet dot

    4º Freak Show – Dot e Bet.

    3º Coven - Kyle

    3º Coven – Kyle.

    5º Hotel - Mr. March

    5º Hotel – Mr. March.

       E não vou deixar vocês curiosos (ahahahhaha) As minhas favoritas são a 1º (Murder House) e 4º (Freak Show). Quem não ama o Violate ou Tiolet? A Pepper (s2), Elsa Mars (star, musa, maravilhosa, deusa), Jimmy (ownn), Ma Petite (sooo cute) *.* Freak Show quase me pegou por parecer ser a única da série em não conter elementos sobrenaturais.

    jimmy ahs

    Jimmy, Freak Show (<3).

    booh

    Ma Petite, Freak Show.

    pepper ahs

    Pepper, Asylum/Freak Show.

    Kyle e Zoe, Coven.

       #FicaDica então, pessoal rsrs Espero que tenham gostado! Até mais!

       Aaaah, não percam esse post que fiz sobre a 1º temporada. Basta clicar no poster abaixo:

    american horror story murder house

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  • Categorias: Curiosidades
  • [Resenha] O Menino Que Desenhava Monstros | Vale a Pena?

    5 out

    o-menino-que-desenhava-monstros-resenhaSinopse: Jack Peter é um garoto de 10 anos com síndrome de Asperger que quase se afogou no mar três anos antes. Ele está convencido de que há de monstros embaixo de sua cama e à espreita em cada canto. Enquanto as pessoas ao redor de Jack são assombradas pelo que acham que estão vendo, os monstros que ele desenha em seu caderno começam a se tornar reais e podem estar relacionados a grandes tragédias que ocorreram na região. Padres são chamados, histórias são contadas, janelas batem. 

    darkside logo

    Terror | 260 páginas | Avaliação 2 / 5

    A História <3

      Narrado em terceira pessoa, O Menino Que Desenhava Monstros nos apresenta a família Keenan. Moravam em uma casa a beira mar localizada em um vilarejo no estado do Maine, EUA. Não recebiam muitas visitas. Estavam sempre muito isolados porque Peter Jack, o único filho do casal, tinha Síndrome de Asperger, uma doença crônica que não permite o ser humano de se socializar muito bem.

    Holly nunca soubesse do que ele gostava, nem o que ele amava. Se é que amava alguma coisa (P. 92).

    the-boy-who-drew-monsters  Um dos assuntos favoritos do garoto era falar sobre monstros. Holly já havia se acostumado com essa paranoia, porém realmente havia algo lá fora muito suspeito que fez a mulher recorrer ao marido. O homem concluiu que só poderia ser um enorme cão branco que rondava a área e se misturava em meio a neve. Como era inverno, as ruas estavam cobertas.

    Alguma coisa está tentando entrar, Tim. Entrar na casa, nas nossas vidas. Eu escuto isso o tempo todo (P. 146).

      Aos poucos, o que parecia estar apenas dentro da imaginação de Jack Peter começou a saltar dali de dentro e rondar aquela família. Holly percebeu que seu marido em nada a ajudou, além de fornecer esclarecimentos óbvios. Ela queria mais. E se culpava por ter julgado erroneamente seu filho, pois a mesma buscou ajuda com um padre e acidentalmente descobre uma história sobre espíritos solitários e sofredores presos em um navio abandonado bem perto de onde eles moravam.

    Eles acham que não estamos ouvindo, mas escutamos tudo. Acham que não estamos prestando atenção, mas vemos  tudo (P. 206).


    Havia algo de errado com seu filho, com aquela casa, com o que estava do lado de fora e tudo isso poderia estar intimamente ligado àquelas almas presas que, de vez em quando, Holly conseguia escutar gritos vindo da direção do mar.

    Não é uma fase, Tim. Não é só mais um maldito capítulo, é todo o resto da história (P. 175).

    Vale a Pena?

    o-menino-que-desenhava-monstros-resenha  A princípio, o que me convenceu foi a arte da capa e o marketing para o lançamento (que foi incrível, OMG). Não posso negar que o trabalho da editora é único e magnífico. E não para por aí! Existem mais surpresas ao decorrer das páginas. Quando você o abre, se depara com cada detalhe que fica difícil não babar! Entretanto, todo esse cuidado foi tomado para com uma história um tanto que insatisfatória. Tanto que após terminar a leitura, me contrariei com a capa.

      Foi muito difícil me aprofundar completamente na narrativa. Longe da escrita ser formal, de difícil compreensão. Particularmente, houve muitos problemas. Claro que não detalharei porque senão teriam vários spoilers aqui, mas tentarei generalizar o que me incomodou.

      Em geral, o livro apresenta uma boa proposta. Esperamos uma história de terror “sobre fantasmas, monstros, mistérios e um passado ainda mais assustador”. O início e o final tiveram seu impacto, mas seu desenvolvimento não chegou nem perto das expectativas (sabe aquela vontade de só saber o final pra então largar o livro?).

      Muitos elementos desnecessários foram inseridos e outros miseravelmente explorados. O Menino Que Desenhava Monstros deixa muito a desejar. Parece que o autor teve, vulgarmente falando, preguiça em trabalhar em cima dos monstros de Peter Jack. Ah, como eu queria mais emoção!

      Por fim, eu sei que minha impressão do livro pode ter te desanimado a ler, mas quem sabe você não gosta? Afinal, James Wan (jogos Mortais, Invocação do Mal, Quando as Luzes se Apagam, etc) aprovou! Quem sabe esse é um daquelas raras ocasiões em que o filme é melhor que o livro?

      Já leu ou quer ler? Me conta aí nos comentários e compartilhem até o dedo sangrar u.u Até a próxima :-)))))))

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  • Categorias: Resenhas, Terror e Suspense
  • [Livros em Versos] Pode Beijar a Noiva, por Maria Lúcia Monteiro Xavier

    30 set

    Olá, leitores! No Livros em Verso, os livros são apresentados aqui por meio de versos cheios de ritmo e melodia. Será como uma viagem doce e agradável dentro daquela história que você tanto gosta!

    Este resumo contém spoilers.

    pode-beijar-a-noiva

    A história que eu vou contar
    De uma noiva para beijar
    Londres em 1833
    Em versos para vocês

    Uma moça de baixa estatura
    Um amor que não dura
    Seus olhos azuis e seus cachos
    Não lhe deixava segura

    Se sentindo inferior
    No coração a certeza
    Nada lhe proporcionava
    Nem um pouco de beleza

    Emma não se acomodou e com Stuart, um cura, se casou
    Stuart e James, dois primos bem diferentes
    O primeiro sempre mais sério
    Enquanto o segundo bem mais sorridente

    Casou-se, não foi feliz
    Pensou que seria para a vida inteira
    O que ela fez na verdade
    Foi uma grande besteira

    É difícil uma vida a dois
    É mesmo bem complicada
    E a reunião desses dois
    Na verdade não durou nada

    Faires era um lugarejo
    Sem muitas coisas por lá
    Lugar pobre e afastado
    Onde quiseram morar

    Uma epidemia de tifo
    Levou o cura para morte
    Ema teve que viver
    Por conta da própria sorte

    A dúvida sempre ficou
    Mas não levou muito a sério
    A morte do marido
    Ainda era um grande mistério

    Ainda morando em Faires
    Tenta viver numa boa
    Levava a vida sozinha
    Com o emprego de professora

    Com o salário que ganhava
    Mal dava para seu sustento
    Tudo ficou bem difícil
    Vivia em um grande tormento

    Quando ela pensava
    Que não havia esperança
    Simplesmente Emma descobriu
    Que era dona de uma herança

    O que nem imaginou
    Nunca passou pela sua mente
    Que para receber a herança
    Tinha que se casar novamente

    Não é que logo aparecem muitos
    Muitos homens querendo um sim
    Pensava em sua mente:
    Nenhum desses é pra mim

    James fica sabendo
    Dessa tal situação
    Sem perder tempo, ele corre
    Pra ganhar a sua mão

    Por ele já ser bem rico
    Não pensava no dinheiro
    Só o que James queria
    Era no casamento primeiro

    Ninguém nem imaginava
    Dessa sua grande paixão
    James já guardava Emma
    Dentro de seu coração

    Como Emma era boba
    Sempre insegura de si
    No fundo bem que queria
    Mas não deixava fluir

    Moreno, alto, viril
    Era um homem lindo demais
    Rico, ainda por cima
    Casar comigo? Ele o faria jamais!

    Já estava bem cansativo
    Era um monte de besteira

    Respeitando sua época
    Era medo de fazer besteira

    Houve uma voz dizendo:
    James, já pode beijar a noiva
    Foi tudo tão de repente
    Aos encantos, ela se rende

    A história não acabou
    Aguardem o próximo mês
    Vou preparar uma resenha
    E contar para vocês!

    pode beijar a noiva livro

    Leia a resenha clicando na imagem acima.

    Os versos  foram escritos e adaptados por Maria Lúcia Monteiro Xavier.
    A história por trás dos versos pertence ao livro Pode Beijar a Noiva da autoria de Patricia Cabot.

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    Escrito por: 
    Maria Lucia Monteiro Xavier

     

    Maria Lúcia Monteiro Xavier

  • Categorias: Livros em Verso
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